Patrick pede desculpas e desabafa: “Não posso admitir que meu caráter seja colocado em xeque”

"O que não posso admitir é que meu caráter seja colocado em xeque", disse.

Foto: Divulgação/EC Bahia

Nesta quarta-feira, o volante Patrick de Lucca, do Bahia, publicou um texto nas redes sociais para pedir desculpas à torcida tricolor pelo erro no jogo da última terça, que resultou no gol de empate do Londrina, aos 50 minutos do segundo tempo, no Estádio do Café. O jogador cedeu um escanteio infantil. Na sequência do lance, o time paranaense empatou com falha também do goleiro Danilo Fernandes e a partida terminou 1 a 1. Na publicação, o volante diz que aceita críticas relacionadas ao seu desempenho dentro de campo, mas afirma que não admite que seu caráter seja colocado em xeque, se referindo aos comentários de torcedores que insinuaram que o escanteio foi cedido de propósito.

 

“Nós, jogadores de futebol, estamos suscetíveis às críticas. Errar é humano, não vai ser a primeira e nem a última vez que vai acontecer. O que não posso admitir é que meu caráter seja colocado em xeque. Recebi uma educação da qual me orgulho e carrego comigo princípios que são inegociáveis. Aceito todas as críticas pertinentes ao desenvolvimento do meu trabalho em campo, mas não vou aceitar quaisquer tipos de acusações infundadas e que venham a ferir a minha dignidade e da minha família. Peço desculpas pelo meu erro na partida e espero reencontrar a nação tricolor na Fonte Nova. Seguimos na batalha em busca do acesso.”

O próximo compromisso do Bahia será contra o Vasco e está marcado para dia 28 de agosto, às 16h. A partida é válida pela 26ª rodada da Série B e será realizada na Arena Fonte Nova.

 

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Autor(a)

17/08/2022 às 20h59

Fellipe Costa

Redator e Administrador do Futebol Bahiano. Contato: [email protected]

2 Comentário

  1. Jogador bizarro, erra passes de um metro. Não aprende jogar futebol, melhor fazer outra coisa ou jogar em campeonatos de várzea. Danilo Fernande, afora entregar a domicílio. Já entregou contrato Vasco, CRB, Londrina, sem contar com outras falhas bizarras.

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