Guto Ferreira explica ausência de Índio Ramírez e volta a pedir cautela

Após ficar sete meses em recuperação, Ramírez foi relacionado para oito partidas e entrou em três delas

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Após mais um tropeço do Esporte Clube Bahia no Campeonato Brasileiro da Série A, ficando no empate sem gols com o Cuiabá na Arena Fonte Nova, permanecendo dentro da zona de rebaixamento, muitos torcedores questionaram a ausência do meia Índio Ramírez em campo. O colombiano, que foi um dos destaques na temporada 2020, se recuperou de uma grave cirurgia no joelho e até aqui atuou em 3 jogos nesse Brasileiro. O técnico Guto Ferreira explicou porque não vem utilizando o jogador com mais frequência e pediu calma novamente.

 

“Nós temos, neste momento, o Índio voltado de quase um ano parado. Não é o Índio de 2020, quando ele teve o melhor momento dele, quando ele se machucou. Se tivesse, fatalmente seria um jogador que teria desequilibrado nas partidas que entrou. Então a gente fica na esperança, só que isso aí é progressivo. Nós não podemos cobrar dele essa responsabilidade. E nem colocá-lo, esperando que ele resolva como resolvia, porque ainda não está em condições. Se ele estivesse, eu seria o primeiro a botar ele dentro de campo. Vamos com calma. ‘Ah, mas por que você leva?’ Levo porque faz parte do processo e, daqui a pouco, o que ele tem para oferecer neste momento pode ser importante em determinado jogo. Quando isso acontecer, fatalmente estarei usando”, disse.

Após ficar sete meses em recuperação, Ramírez foi relacionado para oito partidas e entrou em três delas, somando cerca de 60 minutos em campo. Ele atuou contra Chapecoense, Ceará e Sport. O Tricolor volta a campo na próxima sexta-feira (26) contra o Grêmio, na Arena Fonte Nova.

Natural de Medellín, na Colômbia, Juan Pablo Ramírez Velásquez, de 23 anos, é canhoto, tem 182cm, e surgiu nas divisões de base do Atlético Nacional, se profissionalizando em 2016. Foi emprestado no ano seguinte ao Atlético Bucaramanga, também da Colômbia. Acumula passagens também por outras equipes do mesmo país, como Deportivo Pasto e Leones FC. O jovem atleta também soma convocações para a Seleção Sub-23 do seu país.

Chegou ao Bahia em novembro de 2020 com o Campeonato Brasileiro em andamento e rapidamente se transformou em uma das peças mais importantes do time. Índio Ramírez disputou 11 jogos e marcou três golaços pelo Tricolor, contra Flamengo, Corinthians e Internacional, mas em fevereiro, contra o Fluminense, acabou sofrendo uma grave lesão e ficou longe dos gramados por sete meses, retornando em setembro.

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2 Comentário

  1. É A GESTÃO BELLLITANI TITANIC . AFUNDANDO O NOSSO BAAAEEEA … QUE TEM COMO META VENDER O FAZENDÃO … GASTOU O MAIOR ORÇAMENTO DE UM CLUBE DO NORTE E NORDESTE DE FORMA IRRESPONSÁVEL E QUER ATRIBUÍ A PANDEMIA … A CONTA TÁ CHEGANDO …

  2. Como que Indio Ramires vai evoluir seu futebol se não entra nem na segunda etapa dos jogos? Será que se tivesse sendo aproveitado pélo menos na etapa final de cada partida, não estaria hoje em melhores condições de ajudar o clube?
    Porque Ronaldo que nada tem acrescentado, más entra em todos os jogos? Quantas assistências ou gols Ronaldo já fez em mais de 10 jogos entrando de forma consecutiva?
    Será que não é uma estratégia de Bellitani para baratear o passe do atleta? Se cair para segundona, não perderá muito mais?
    Quanta incompetência desta Diretoria amadora do Esporte Clçube Bahia!

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