Pressão pela demissão de Enderson deixa diretoria do Bahia “entre a cruz e a espada”

Se vai manter o técnico por falta de opções, será preciso dar uma “sacudida”

Guilherme Bellintani, presidente do Bahia. Foto: Divulgação

Caros leitores e torcedores do site Futebol Bahiano, não é o primeiro artigo em que comento a situação atual do Esporte Clube Bahia na temporada 2019. Só que agora a situação passou dos limites. E percebemos um cenário mais que complicado da relação da torcida com a postura do time dentro de campo, com a comissão técnica e a diretoria que não ouve os conselhos do torcedor.

A derrota do Bahia para o Sergipe, que não atravessa boa fase e até então era o PIOR time da na Copa do Nordeste, foi a gota d’agua, com todo respeito ao adversário. Se por um lado temos um time inexpressível dentro de campo, por outro temos uma torcida impaciente e muito chateada com a comissão técnica e a postura de alguns jogadores, diga-se de passagem, com toda razão. Um exemplo é o meia Guilherme, que revoltou o torcedor com sua atitude. E essa mesma torcida, cobra também uma postura mais firme da diretoria do clube para uma solução da situação em que o time atravessa.

Eliminado da Copa Sul-Americana na primeira fase para o modesto Liverpool do Uruguai, o Bahia corre sérios riscos de ficar de fora das fases de mata-mata do Campeonato Baiano (onde ocupa a 5ª colocação e depende de combiação de resultados para se classificar na última rodada) e da Copa do Nordeste (onde atualmente figura no sexto lugar do Grupo B com 9 pontos). Já na Copa do Brasil, avançou nas duas primeiras fases com as calças na mão diante dos tímidos Rio Branco do Acre e Santa Cruz de Natal.

Se a diretoria vai manter o técnico por falta de opções no mercado, será preciso dar uma “sacudida” no grupo, caso contrário a falta de resultados não pagará os investimentos que foram feitos para esse ano gerando tantas expectativas para o torcedor. É preciso entender que a paciência da torcida acabou e que de forma nenhuma pode continuar acontecendo dentro de campo o quem vem sendo apresentado pelos jogadores.

Se a diretoria está “entre a cruz e a espada”, por não ter boas opções no mercado com relação a técnico, não esqueça que do outro tem uma torcida fiel que vai ao estádio, se fideliza ao sócio torcedor, compra camisa e abraça o que for preciso para poder ver o Bahia estar entre os principais clubes do Brasil.

Abraço a todos!

Marcos Leite – Professor, Torcedor apaixonado pelo Esporte Clube Bahia e colaborador do Futebol Baiano.



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