Dívida do Cruzeiro por Rodriguinho chega a mais de R$ 30 milhões

O valor atualizado do débito também discutido na Fifa foi traçado pelo presidente do clube

Rodriguinho deixou o Cruzeiro em fevereiro de 2020 e logo em seguida foi anunciado pelo Esporte Clube Bahia, onde atuou as temporadas 2020 e 2021, porém, deixou um “rombo” nos cofres do clube mineiro, não apenas pelo alto salário que recebia e dentro de campo não correspondeu, como também o valor que a Raposa deve ao Pyramids, do Egito. O presidente Sérgio Rodrigues, em entrevista ao canal do Youtube da Máfia Azul, atualizou a dívida pelo jogador, que já passa dos R$ 30 milhões.

 

Além da dívida de R$ 30 milhões por Rodriguinho, o Cruzeiro precisa quitar R$ 20 milhões na Fifa para a derrubada da proibição de registrar jogadores (transfer ban), o que será a primeira ação do Cruzeiro SAF, controlado por Ronaldo Fenômeno.

“Por exemplo, R$ 20 milhões de transfer ban que a gente está, é ele (Ronaldo) quem vai pagar. Em tese, essa é uma dívida da associação, mas, se não pagar, não tem futebol. Ano que vem vamos ter de novo uma grande, do Rodriguinho, que foi comprado e mais uma vez não foi pago. Salvo engano, é mais de R$ 30 milhões do Rodriguinho.”

“Estou falando de um investimento que precisa ser feito, é para garantir uma operação boa no ano que vem, para não ter atraso de salário e punição na Fifa”, finalizou Sérgio Rodrigues.

Sobre a dívida com o Pyramids, o Cruzeiro sofreu condenação parcial na Fifa em dezembro de 2020, e teria de pagar 3 milhões de dólares (hoje R$ 17 milhões) ao clube egípcio pelo não pagamento de quatro parcelas de 500 mil dólares, mais uma parcela de 1 milhão de dólares, não pagas entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020. O Cruzeiro também foi condenado a pagar 300 mil dólares (R$ 1,7 milhão) de multa.

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