O Tempo passa, o tempo voa, e Ronaldinho continua preso no Paraguai

Queiroz foi preso, foi solto, e Ronaldinho permanece no Paraguai

O tempo passa, o tempo voa. Fabrício Queiroz já foi preso e na sequência passou para a prisão domiciliar e agora deve jogar videogame o dia inteiro. A esposa teve a prisão preventiva decretada, sumiu, e agora reapareceu por força amparada por HC concedido pelo juiz ministro João Otávio de Noronha e nem presa, manteve-se livre, segundo a autoridade para cuidar do marido, acusado de diversos crimes, e que supostamente encontra-se em recuperação de uma cirurgia. Sobre o casal recaem graves acusações, entres elas, administração de RACHADINHA, lavagem de dinheiro e formação de quadrinha. Por isto, são vistos pela justiça carioca como pessoas perigosas. O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que estava preso desde 2017, saiu para cumprir “prisão” em casa. No entanto, o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho continua preso, agora num hotel, pagando uma fortuna de diária no Paraguai sob acusação de ter entrado naquele país com passaporte falso em 6 de março, quando na verdade, nem de passaporte necessitaria. Uma simples carteira de identidade seria o suficiente.

 

De lá para cá, Ronaldinho tem acumulado sucessivas derrotas na Justiça do país vizinho. O último revés foi sofrido na semana passada, após a Quarta Corte de Apelação de Assunção rejeitar recurso de seus advogados, que questionam a maneira como o processo vem sendo conduzido.

“O recurso, de decisão não unânime, não tinha como objeto o mérito. Não discutia os fatos. O recurso tinha como objeto a questão processual e, diante da decisão, será interposto novo recurso”, disse ao Estadão Sérgio Queiroz, advogado de Ronaldinho.

Ainda segundo reportagem do Estadão, a única vitória do ex-jogador nos tribunais paraguaios foi em abril, quando ele conseguiu deixar a cadeia e ir para a prisão domiciliar, em um hotel de Assunção. Mas antes a Justiça já havia negado duas vezes o pedido e só aceitou após fiança de US$ 1,6 milhão (aproximadamente R$ 8,5 milhões) paga por Ronaldinho e seu irmão, Assis, que foi preso junto com ele.

Antes de ir para o hotel, Ronaldinho estava em um centro de detenção da polícia que abriga políticos processados por corrupção e presos por narcotráfico. Mesmo no presídio considerado de segurança máxima, o ex-jogador e o irmão mantinham contato com familiares no Brasil, inclusive por videochamadas.

O ex-jogador e seu irmão estão proibidos de deixar o Paraguai acusados de “uso de documentos públicos com conteúdo falso”. A pena para esse tipo de delito no país vizinho prevê até cinco anos de prisão. Os promotores investigam ainda suposta participação de Ronaldinho e o irmão em uma organização criminosa especializada em falsificação de documentos e lavagem de dinheiro.

O caso virou um escândalo no Paraguai e atingiu vários funcionários da Diretoria de Migração e do Departamento de Identificação, que emitem passaportes e cartões de identidade, além de fiscais do Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção. Dezoito pessoas foram detidas por envolvimento no caso.

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