Bahia só tem duas dúvidas

O roteiro segue à risca o desenvolvido na temporada 2006, quando respirar os ares da Série A no centro de treinamento do Figueirense pouco serviu de inspiração. O grupo do Bahia deixou Salvador, ontem à tarde, e treina em Florianópolis às 9h. Amanhã, viaja para Criciúma momentos antes da partida.

O último encontro entre os clubes no Estádio Heriberto Hulse remete invariavelmente à terceirona, dois anos atrás. A derrota por 1×0 na estréia do octogonal deu a primeira mostra de que o caminho do acesso seria atravancado. Aliás, o tigre é adversário duro em seus domínios. O Bahia só venceu por lá há 20 anos, por 1×0, quando foi campeão brasileiro de 1988. No período, três derrotas e um empate em território catarinense. Mando de campo à parte, o último triunfo em oito partidas aconteceu há 12 anos, no Brasileirão anterior ao primeiro descenso da história tricolor.

No dia 4 de setembro de 1996, 2×1 na Fonte Nova, com gols de Hermes e Juninho, no time que contava com Bobô, Naldinho e Lima. O desafio atual é driblar as estatísticas e recuperar os pontos perdidos nas quatro primeiras rodadas da Série B. Na sua reestréia, o técnico Arturzinho deverá promover mudanças no time habitualmente montado por Paulo Comelli. A base está pronta: Darci, Luciano Baiano, Cléber Carioca, Rogério, Adilson, Fausto, Emerson Cris, Elias e Juca.

As dúvidas se restringem ao meio-de-campo e ataque. Rivaldo ou Ávine, Cazarine ou Galvão. O lateral treinou desde a terça como armador, na base do improviso, e sai na frente na disputa por vaga. Galvão seria a primeira opção de Arturzinho, mas a falta de ritmo deve colocá-lo na reserva. O atacante se recupera de uma pancada no joelho e perdeu o trabalho de quarta-feira. – Correio da Bahia –
Jogos desta sexta-feira pela série B
ABC x Juventude
Ponte Preta x Gama
Fortaleza x Avaí

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