Bahia não descarta jogadores estrangeiros, mas não trata como foco

Desde a chegada de Freeland, o Esporte Clube Bahia anunciou apenas três reforços.

Foto: Divulgação/Bahia

Nos últimos anos, o Esporte Clube Bahia tem tido mais acertos do que erros quando se trata de contratações de jogadores estrangeiros. Podemos citar o zagueiro Germán Conti e o meia Índio Ramírez, que se destacaram com a camisa tricolor, mas que acabaram saindo após o rebaixamento à Série B. Outro destaque também é o atacante Hugo Rodallega, artilheiro do time esse ano com 12 gols em 13 jogos, e garantido para disputa da Segundona. É claro, existem algumas exceções, caso do atacante Óscar Ruiz, que chegou ‘badalado’, mas pouco apresentou e foi emprestado ao Juventude.

 

O mercado sul-americano é sempre um local interessante de se buscar reforços, principalmente pelo custo benefício, e de acordo com o diretor de futebol Eduardo Freeland, o Esporte Clube Bahia está de olho em jogadores estrangeiros, mas não é o foco principal. O dirigente destacou a maior dificuldade para contratar jogadores que nunca atuaram no Brasil e frisou que o risco é maior por conta da adaptação.

“Estamos, sim, olhando alguns jogadores que não são brasileiros, mas não é exatamente o foco […] Eu acho que o jogador gringo tem benefícios, dependendo da nacionalidade, da cultura, e tem a questão de adaptação daqueles que nunca jogaram no Brasil, o que é um risco maior. A gente está sempre aberto a bons jogadores que a gente entende que tem saúde, vão ter comprometimento, e que tem números para poder agregar ao que a gente precisa”, disse em entrevista ao programa Jogo Aberto, da BandNews FM. 

Desde a chegada de Freeland, o Esporte Clube Bahia anunciou apenas três reforços. O goleiro César, o zagueiro Didi e o atacante Vitor Jacaré. Freeland ressaltou que a montagem do elenco para a Série B está sendo feita de forma cuidadosa para minimizar erros.

“Estamos sendo muito cuidadosos na montagem do elenco. Independente se é gringo ou não, a gente vai analisar números, saúde, histórico de lesão, comprometimento, comportamento e obviamente os números que ele tem nas últimas temporadas”, avaliou.

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