Preparador do Bahia fala sobre os trabalhos nesse período sem jogos

Valdir também falou sobre a diferença de trabalhos entre os atletas que vinham atuando com maior regularidade

Nesta quarta-feira (23), o preparador físico do Esporte Clube Bahia, Valdir Júnior, concedeu entrevista na sala de imprensa do CT Evaristo de Macedo e falou sobre a primeira semana de trabalhos durante esse período de intertemporada até o próximo jogo do Esquadrão, marcado para o dia 9 de abril, contra o Cruzeiro, pela estreia do Campeonato Brasileiro da Série B.

 

“A nossa ideia é trabalhar em cima de ajustes. Alguns aspectos e situações que quando a gente está competindo é difícil. Então, da parte física, por exemplo, quando você tá tendo uma sequência de jogos, você vai fazer um trabalho de força, às vezes mais de ativação, mas recuperativo. Agora, como a gente tem esse período de três semanas, uma parte a gente vai focar muito em trabalhos de volume e alta intensidade no quesito de força e outras situações também. Então são trabalhos que às vezes você não tem oportunidade de trabalhar quando está competindo. E dentro também do que a gente tem constatado que são necessidades do grupo ou individuais. São coisas que a gente já começou a estar intensificando nessa primeira semana de treinamentos”, explicou.

Valdir também falou sobre a diferença de trabalhos entre os atletas que vinham atuando com maior regularidade e o restante do grupo.

“É diferente, porque aqueles que estavam jogando menos, também estavam tendo oportunidade de trabalhar mais no dia a dia. Então, o pessoal que vem jogando mais, principalmente nos últimos jogos que a gente usou uma mesma base, muitas vezes os trabalhos de complemento a gente tem dobrado turno ou fazendo sessões mais longas. Então, esses jogadores na parte final dos treinos, a gente tem tomado mais cuidado nesses primeiros dias, mas no mais estamos trabalhando com a mesma carga. Porque a gente sempre tem o cuidado de estar compensando aqueles que não vem jogando de outras formas para a carga não ficar tão diferente”, justificou.

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