Grupo City deseja comprar clube no Brasil e colhe informações sobre times

Atualmente, o Grupo City possui negócios com dois clubes na América do Sul

Criado com objetivo de criar, supervisionar e administrar uma rede de clubes e diversas áreas dentro do Futebol, o Grupo City pode ser mais uma empresa a investir no futebol brasileiro. Segundo o jornalista Jorge Nicola, o Grupo manifestou interesse em comprar um clube no Brasil e enviou um para colher informações sobre times do país para que as ideias sejam apresentadas no futuro. Sendo assim, o mapeamento busca mostrar qual instituição merece ser alvo do aporte financeiro praticamente inesgotável que abrange o Manchester City, por exemplo.

 

“O Grupo City, que é hoje o de maior tamanho no futebol, está disposto a comprar um clube em território brasileiro. Essa informação me foi confidenciada por uma pessoa com relações com o Grupo City. Um executivo no Grupo City, que já morou no Brasil, foi incumbido de fazer pesquisas e apresentar ideias”, disse o jornalista.

Vasco, América-MG, Chapecoense, Coritiba, Portuguesa-SP sinalizaram positivamente para adotar o modelo de clube-empresa. Por outro lado, Palmeiras e Corinthians já descartaram. No próximos dias, o Conselho Deliberativo do Bahia fará uma reunião e um dos temas abordados será a análise da SAF. Recentemente, o diretor da XP Investimentos, Pedro Mesquita, revelou que estava em conversas com o Bahia. Porém, o presidente Guilherme Bellintani negou, mas admitiu que estava estudando o assunto.

Atualmente, o Grupo City possui negócios com dois clubes na América do Sul: Montevideo City Torque (Uruguai) e Bolivar (Bolívia). Outras equipes são: Manchester City (Inglaterra), Melbourne City (Austrália), Mumbai City (Índia), New York City (Estados Unid0s), Girona (Espanha), Yokohama Marinos (Japão), Sichuan Jiuniu (China), Lommel SK (Bélgica), ES Troyes AC (França).

Recentemente, o lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, que já comprou dois times na Europa, revelou que pretende investir no país, algo que demonstra uma possível nova realidade do futebol nacional.

“Com a SAF os investidores começaram a enxergar o mercado de futebol brasileiro de uma outra maneira. Esse modelo permite que os clubes se estruturem melhor e passem a ter uma gestão eficiente, transparente e profissional. Ou seja, agora eles também têm a oportunidade de liquidarem suas dívidas”, disse à “TNT Sports”.

 

Autor(a)

Fellipe Costa

Administrador e colunista do site Futebol Bahiano. Contato: futebolbahiano2007@gmail.com

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