Bahia tinha um diretor-geral desde setembro, mas nunca anunciou

A dimensão do papel de Gadelha pode ser vista no imbróglio contratual envolvendo o atacante Rossi

Apesar de se colocar como um “clube transparente”, o Esporte Clube Bahia não demonstra isso na prática, prova disso é a existência de um diretor-geral que trabalha no Esquadrão desde setembro do ano passado, mas nunca foi anunciado ou sequer apresentado à imprensa e torcida, além disso, o nome do dirigente também não aparecia na lista de funcionários e nem no organograma da agremiação que são disponibilizados. A informação é do portal Info Bahêa, que apurou que Eduardo Gadelha (diretor-geral) participava da tomada de decisões junto com o presidente Guilherme Bellintani e o vice-presidente Vitor Ferraz.

 

De acordo com o portal, Eduardo Gadelha responde por questões administrativas, financeiras e estratégicas do clube baiano, papéis que também são delegados a Bellintani, como diz o estatuto. A comunicação do Tricolor informou que o anúncio da contratação do dirigente nunca foi feito por política interna.

Diga-se, a negociação entre Bahia e Rossi tem sigo negociada por Eduardo Gadelha, segundo afirmou a empresária do atleta, Carina Magnabosco, em entrevista ao canal Bara Bahêa.

“Guilherme [Bellintani] esqueceu de comentar que Eduardo entrou em contato comigo, após a possível cláusula de renovação, dizendo que eles também não teriam interesse de permanecer com o atleta. Não foi só do atleta, mas deles também. O contrato se findava em 31 de dezembro de 2021, por vários outros motivos da parte jurídica, poderia se pedir a rescisão desse contrato e não foi feito. O atleta tem orgulho da torcida, de ter jogado em um time de tanta relevância, como ele mesmo se despediu, com tristeza. O futebol tem idas e vindas”, contou.

 

Autor(a)

Fellipe Costa

Administrador e colunista do site Futebol Bahiano. Contato: [email protected]

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