Apresentado, Walter evita comparação com Léo Ceará e foca no Ba-Vi

Walter vai estrear no sábado, justamente no clássico BA-VI

Nesta quinta-feira, o Esporte Clube Vitória apresentou o atacante Walter, que retorna ao clube onde teve uma rápida passagem na divisão de base. Seu último clube foi o Athletico-PR. Já regularizado junto ao BID da CBF, o jogador está liberado para entrar em campo e pode fazer sua estreia justamente no primeiro clássico BA-VI da temporada, marcado para sábado, às 16h, no Estádio Manoel Barradas, pela 3ª rodada da Copa do Nordeste, inclusive, ele ganhou uma preparação especial para o clássico. Walter falou sobre o confronto e se mostrou animado.

 

“Sem dúvida. É um jogo diferenciado, sempre falo. É um jogo diferente, um campeonato à parte. Eu, graças a Deus, já joguei muitos jogos assim, como Grenal, Atletiba, RePa, já estou acostumado. Sem dúvida é um jogo diferente. Um jogo que estou bem concentrado, bem focado. Se o professor optar por me levar para o jogo, estou bem concentrado, bem treinado, que é o mais importante, e estou muito bem.”

Walter chegou para ocupar o lugar de Léo Ceará, que foi artilheiro do time na última temporada, com 20 gols. Porém, ele avisou que não tem as características necessárias para ser classificado como um goleador. Na temporada 2020, em 21 jogos realizados, ele balançou as redes apenas uma vez.

“O Léo [Ceará] é um atacante nato, um artilheiro. Eu não sou esse artilheiro, não sou esse matador. Vou ajudar da melhor forma, fazendo gol, dando passe para meus companheiros. Léo tem dois anos seguidos fazendo gol, um baita de um atacante. Espero fazer 50% do que ele fez no Vitória. ão sou um atacante parado, nunca fui. Sou um atacante que gosta de se mexer bastante, gosta de armar para os atacantes de beirada”, disse.

Walter assinou contrato válido até o fim da Série B e agradeceu a oportunidade e o carinho da torcida. “Queria agradecer o carinho da torcida. Esperem muita luta, muita vontade de vencer. Eu cheguei com 15 anos no Vitória. Eu sentava na arquibancada e imaginava jogar para essa torcida. Graças a Deus, chegou esse momento. Pena estar sem a torcida, mas certeza que a torcida estará em casa olhando. Será marcante para mim, depois de 16 anos, vestir a camisa do Vitória e estar no profissional. Saí de casa com minha mãe chorando, eu chorando, era muito novo para sair de casa. Falei que ia chegar no profissional. Pena que não deu, tive que sair. Mas hoje volto parecendo aquele menino. Sou muito grato ao presidente [Paulo Carneiro, presidente do Vitória] pelo esforço para me trazer. Sou muito grato mesmo a todos.”

 

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