Cuidado! Tricolores estressados à vista

Estresse em alto grau é o que o final desse campeonato tem nos reservado. O tricolor consegue se defender durante quase todo o jogo, faz um gol, parecia estar maduro para ganhar, porém em um minuto após seu gol, toma o gol de empate, e logo depois outro gol, perdendo mais uma partida decisiva.

O que acontece com o E.C.Bahia? Segundo Joel é falta de maturidade, o que desabilita o tricolor em momentos importantes para manter o resultado; já para a torcida seria o esquema defensivo do seu técnico que estaria contribuindo para os atuais resultados negativos em campo. Eu suponho que todos estejam certos e errados ao mesmo tempo.

Estão certos os torcedores em reclamar do jogo defensivo do tricolor, porém não veem que no elenco o Bahia não tem jogadores habilidosos na frente nem no meio aptos a jogar. Por isso o esquema que Joel montou contra o Figueirense esteva perfeito, e claramente a função de primeiro neutralizar o Figueirense daria certo. Por que não deu? Simplesmente porque Joel não é Deus, e o imponderável, o jogador que entraria do banco, mudaria a partida.

Aliás, ganhamos do Avaí graças às mudanças de Joel, quando o técnico do Bahia botou Lulinha para jogar, e este decretou a vitória diante dos leões azuis de Santa Catarina. O imponderável, portanto, faz parte do futebol, ele nos dá e nos tira, ele é o que chamamos de deuses a brincar com nossas emoções como se nossos corações aguentassem.

Eu avisei para os meus bons amigos tricolores, e também faço a mesma advertência para os caros rubro-negros: futebol não tem lógica, o inusitado faz parte desse joguinho que os ingleses inventaram e que no nosso país virou uma febre quando Bahia e Vitória jogam. Uma febre que deixa todos sem saber até o último minuto quem triunfará sob os caprichos dos deuses da bola.

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