Presidente do Bahia diz que indiciamento é “equivocado”

Indiciado por homicídio doloso no inquérito que apura a morte de sete torcedores na Fonte Nova, em novembro passado, o presidente do Bahia. Petrônio Barradas, classificou a decisão da delegada-chefe da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Marilda Marcela da Luz, de “equivocada”.

O dirigente do clube afirma que o Bahia não pode ser culpado pela liberação do estádio para jogos, pois não analisa questões técnicas, apenas aluga o espaço para a realização dos eventos. Em dezembro, ele foi afastado do cargo pelo Ministério Público pelo mesmo motivo, mas conseguiu cassar a liminar dias depois.

Outros envolvidos no caso também já se pronunciaram. O presidente da FBF (Federação Bahiana de Futebol), Ednaldo Rodrigues, afirma desconhecer qualquer documentação que classifique o estádio como impróprio para a realização de partidas.

Já o presidente da Sudesb (Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia), Raimundoi Nonato, o Bobô, afirmou em nota oficial estar surpreso com a inclusão do seu nome no inquérito e que “os fatos apurados ainda não apresentam correspondência com a conclusão da delegada”.

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