Grupo City se reúne com prefeito de Salvador para tratar da base do Bahia

A ideia da parceria do Grupo City com a Prefeitura é facilitar a logística dos garotos

A venda da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Esporte Clube Bahia ainda não foi oficializada, visto que ainda depende da análise do Conselho Deliberativo e posteriormente da votação dos sócios-torcedores. Porém, os representantes do Grupo City já se movimentam para tratar de assuntos relacionados ao clube. Em reunião com o prefeito de Salvador, Bruno Reis, na última sexta-feira, o conglomerado discutiu o projeto das divisões de base do Esquadrão. O Grupo City propôs uma parceria para facilitar a logística dos garotos, que moram na capital baiana, e precisam se deslocar para o CT Evaristo de Macedo, em Dias D’Ávila.

 

O presidente Guilherme Bellintani falou sobre as divisões de base no evento de apresentação da proposta do Grupo City. “Hoje nós fomos discutir um projeto importante de aprofundamento da nossa divisão de base em Salvador. O menino de 11, 12 anos, para jogar no nosso projeto de iniciação não consegue ir a Dias d’Ávila”, destacou o dirigente.

Caso aprovada, o Esporte Clube Bahia se tornará o 13º clube do City Football Group, que ganhou ligas nacionais na América, Austrália, Bolívia, Inglaterra e Índia nos últimos dois anos. O carro chefe do conglomerado é o Manchester City, da Inglaterra. O investimento feito no Esquadrão será apenas menor do que o clube inglês. O conglomerado está disposto a comprar 90% da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) por R$ 1 bilhão. Desse valor, R$ 500 milhões serão destinados para a compra de jogadores, R$ 300 milhões para o pagamento de dívidas, e R$ 200 milhões para infraestrutura, categorias de base, capital de giro, entre outros. O prazo contratual para que o City execute essas obrigações financeiras é de 15 anos.

Autor(a)

Fellipe Costa

Administrador e colunista do site Futebol Bahiano. Contato: [email protected]

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