Medalhões do Bahia se acovardaram diante dos meninos do Vitória

O BAVI da covardia contínua do Bahia em campo.....

Foto: Pietro Carpi / ECVitória

Neste sábado, foi disputado no Estádio Manoel Barradas o BA-VI de número 493, o primeiro sem torcida na história do clássico, em virtude da pandemia do coronavírus. Assim como em 2020, quando perdeu por 2 a 0 na Arena Fonte Nova, o Bahia chegou apontado como favorito para o duelo pela 3ª rodada da Copa do Nordeste. Muitos torcedores acreditavam que o Esquadrão venceria, e aqueles mais otimistas, até que venceria com certa facilidade, principalmente depois da goleada de 7 a 1 sobre o Campinense, pela Copa do Brasil, que de certa forma deu uma iludida enorme, fazendo o torcedor acreditar que os jogadores continuariam com a mesma atitude. Porém, dentro de campo, não foi isso que aconteceu no Ba-Vi, muito pelo contrário. Um time atuando junto desde o ano passado e formado por medalhões se acovardando diante de uma equipe de meninos que está em formação.

 

O time de Dado Cavalcanti teve uma atuação pífia, uma apatia tremenda, jogadores sem vontade, apáticos. O goleiro Lucas Arcanjo não fez uma defesa difícil sequer. Do outro lado, um Vitória mais organizado, trocando passes com mais objetividade, conseguindo criar mais jogadas ofensivas e aproveitando os espaços. No final das contas, venceu quem praticou o melhor futebol, errou menos e foi eficiente. O time rubro-negro aplicou um gude preso com gol do jovem Samuel e quebrou um tabu de quase 4 anos sem vencer o rival.

O torcedor Daniel Santos Silveira não escondeu sua insatisfação com a atuação do Esporte Clube Bahia e destacou a covardia do time tricolor, além das mudanças equivocadas e invenções do técnico Dado Cavalcanti. Veja abaixo:

“É galera… primeiro BA-VI de 2021 e mais uma derrota do Bahia diante da desconforme visão financeira dos extremos, pois, hoje o Bahia vale no mercado mais de R$ 112.000.000,00 e o Vitória quase R$ 45.000.000,00. Dinheiro não é tudo. O Bahia atuando de forma covarde, como sempre, não tem atitude, não parte para cima, um futebol extremamente apático. Dado Cavalcanti, me explique o “por que” de Gilberto sempre voltar ou atuar nas pontas. Aproveite e me explique, também, por que João Pedro entrou no lugar de Danielzinho (maluquice ou burrice mesmo?!) e Juninho Capixaba, esse deixo pra torcida.

Foram tantos erros de passes, erros bobos de sempre. Finalizações perdidas de Rossi e Gilberto, sumiço de Gabriel Novaes, Nino colocando a bola na frente e não alcançando mais, o zagueiro Juninho podendo dar um carrinho para tirar o toque do gol e deixando o mesmo acontecer (não seria melhor Anderson Martins como titular?!), etc.

O que acontece com nossos jogadores? Será que é falta de um técnico que saiba jogar ofensivamente? Difícil… chega cansa assistir um time sem atitude ofensiva, sem pressionar esses times inferiores. Espero muito que o novo zagueiro do Bahia, Germán Conti, possa atuar de forma a esquecermos, de uma vez por todas, nossos zagueiros de 2020. Precisamos, no mínimo, de mais um zagueiro de qualidade.

Bola pra frente e vamos ver melhor o que vai acontecer com nosso Bahia quando essas contratações estiverem atuando, principalmente o volante Pablo e o zagueiro Conti como titulares, pois é o que espero. Técnico de qualidade, daqueles que não inventam, ganha jogos.

Daniel Santos Silveira, torcedor do Bahia e colaborador do Futebol Bahiano

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