Rodriguinho pede um Bahia aguerrido contra o Ceará e confia na virada

Bahia precisa vencer por dois gols de diferença para decidir nas penalidades

Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia

O Esporte Clube Bahia tem uma missão para lá de complicada nesta terça-feira. Precisa vencer o Ceará por dois gols de diferença para decidir o título da Copa do Nordeste na disputa por pênaltis ou vencer por três gols de diferença para conquistar a taça no tempo normal. No primeiro jogo, o Vozão venceu por 3 a 1, e praticamente encaminhou o bicampeonato do Nordeste. Em entrevista nesta segunda-feira, no CT Evaristo de Macedo, o meia Rodriguinho falou sobre a partida e pediu um time aguerrido e confiante em campo.

 

“A postura deve ser aguerrida, confiante. Não há espaço para dúvidas. Então temos que estar muito mais concentrados do que nesse último jogo para não errar, não proporcionar ao adversário as oportunidades que foram dadas. E concentrado para quando chegar lá na frente, a gente conseguir criar nossas oportunidades, tentar finalizar com o máximo de precisão possível porque a gente precisa fazer gols. Temos que ter cuidados para não tomar e assim que tivermos oportunidades, fazê-los o mais rápido possível para que a gente consiga pressionar o adversário e jogar a pressão para o outro lado para forçar o erro do adversário e aproveitar isso”, comentou o jogador.

O camisa 10 lembrou que o Bahia está jogando dentro de casa e, apesar da ausência da torcida, tem condições de buscar o resultado positivo. “Então, é possível a gente conseguir reverter esse placar. Estamos jogando dentro de casa. Não temos o apoio da torcida presencialmente, mas tenho certeza que a torcida não vai nos abandonar e vai nos mandar ótimas energias para que a gente possa fazer nosso trabalho e conseguir esse resultado que seria muito importante, tanto para a confiança do grupo, como para o nosso objetivo que é o título”.

Rodriguinho também lembrou da virada na final do Campeonato Paulista de 2018 quando defendia o Corinthians e venceu o Palmeiras de Roger Machado. “Pelo Corinthians já passei por isso em uma final de Paulista. Em 2018, acabamos perdendo em casa o primeiro jogo contra o Palmeiras. É uma situação até interessante, porque era Roger o treinador (do Palmeiras). Perdemos por 1 a 0 em casa e precisávamos ganhar na casa do adversário também. Acabou que foi feito, ganhamos por 1 a 0 e nos pênaltis fomos felizes”.

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