Fonte Nova hoje completa 68 anos

FOTO FONTE NOVAA velha senhora vai dar lugar a uma Arena porreta, com todo o conforto para o torcedor. Certamente, a velha Fonte, será lembrada por saudosistas como um tempo romântico do futebol, assim como as roupas e o cabelo grande que já usámos. Um tempo bonito, para a Bahia esportiva, inigualável, tempo de Campeões Nacionais, heptas e desfechos e decisões de campeonatos emocionantes, como foi o de 1994, quando Raudinei empatou o BaxVi, a massa tricolor já deixava o Estádio. Adeus, velha Senhora! Confiram matéria da Tribuna da Bahia!

No dia 25 de fevereiro de 1942 começava a ser construído, em Salvador, o Estádio Octávio Mangabeira (Fonte Nova). Exatamente às 15h20 foi implantada a primeira estaca de concreto armado, medindo aproximadamente 12 metros de altura, em solenidade presidida pelo interventor federal Landulpho Alves. Inicialmente, o nome previsto seria Estádio Presidente Vargas.

O maior estádio do Norte/Nordeste, que um dia recebeu mais de 130 mil pagantes (público não oficial) para ver o Bahia ganhar do Fluminense do Rio de Janeiro por 2 a 1, pela semifinal do Campeonato Brasileiro de 1988, está perto de ser demolido para renascer, em 2013, como arena multiuso e palco de futebol da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

Segundo o processo de licitação já encerrado, os portões da Nova Fonte Nova serão abertos oficialmente em 2013 para que Salvador possa receber os jogos da Copa das Confederações, que antecipa o Mundial da Fifa e as outras competições anunciadas.

A arena multiuso ocupará uma área total de 121.189 metros quadrados, com capacidade para 50 mil lugares fixos, 50 camarotes totalizando 1.000 assentos, área de imprensa (variável até 1.600 posições), 2.500 assentos VIP´s, Museu do Futebol, restaurante panorâmico, 62 banheiros, 46 bares, cobertura de estrutura metálica leve e duas mil vagas de garagens na parte interna.

O custo estimado da obra é de R$ 591,7 milhões. O projeto da Nova Fonte Nova contará com recursos do governo federal, por meio do BNDES, que financiará até R$400 milhões. Quanto ao valor restante, caberá ao consórcio OAS/Odebrecht, representado pela Fonte Nova Negócios e Participações S/A, investir recursos próprios e buscar financiamento junto ao mercado.

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