ABL “Assembléia imoral e marcada pela ilegalidade”

A Assembléia de sócios do Bahia, marcada para ontem (26.11.08), terminou com a vergonhosa saída, embaixo de vaias, dos moribundos cardeais tricolores, além de imoral, foi marcada pela ilegalidade. Existia um falso controle da entrada dos sócios pelo portão junto ao ginásio de esportes, vez que diversas pessoas tiveram acesso sem apresentar nenhuma documentação. Concomitantemente a isso, escancaradamente, pessoas entravam pelo portão dos fundos (que dá acesso pela quadra de grama sintética), bastando falar com os seguranças.

Um membro da ABL (já sócio há alguns anos e em dia) entrou tranqüilamente, apenas dizendo que foi informado pelo clube que a entrada dele seria por ali. Depois disso, assinou o livro de presenças sem precisar comprovar sua regularidade em nenhum momento, assim como os asseclas dos cardeais (a suposição era a de que o controle era feito na entrada e depois que estivesse dentro, a pessoa poderia assinar o livro e votar). Era comum verificar pessoas que entravam pelo portão dos fundos, talvez, sem imaginar o grau da ilegalidade que cometiam, diziam publicamente, algo do tipo “eu sou fulano, esse é meu irmão e esse é meu filho, foi Maracajá que pediu pra eu vir”, assinavam o livro e como num ato de milagre típico de santos, viravam “sócios” pelos poderes divinos de São Maracajá, São Petrônio, etc.

Começada a farsa (Assembléia para alguns), Petrônio, instruído permanentemente por fuxicos, pelo verdadeiro presidente da sessão, o Conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia, Paulo Virgílio Maracajá Pereira, que, (vírgula) mais uma vez, com a sua dupla função, expôs de maneira desrespeitosa a Instituição da qual é membro, bem como aos seus demais colegas Conselheiros, Raimundo Moreira (Conselheiro Presidente), Francisco de Souza Andrade Netto (Conselheiro Corregedor), José Alfredo Rocha Dias (Conselheiro), Paulo Marconi (Conselheiro), Fernando Vita (Conselheiro) e Otto Alencar (Conselheiro), abriu a sessão querendo aprovar de imediato o acordo de eleição direta para 2011, sendo imediatamente interpelado pelo sócio e advogado Geraldo Lemos do Couto, que apontou inúmeras irregularidades na Assembléia, dentre as quais: (i) o presidente da Assembléia deveria ser escolhido pelos sócios presentes e não “imposta” pelo Sr. Petrônio Barradas; e (ii) o estatuto do clube e as emendas que seriam votadas deveriam ser divulgados na imprensa (jornal de grande circulação, por exemplo) para que os sócios pudessem tomar conhecimento do que seria discutido.

Depois de franqueada a palavra para alguns sócios que levantaram diversas irreguralidades do estatuto e da sessão, o presidente legal (deletar “legal”, pois vai parecer que ele foi legalmente escolhido como presidente da Assembléia), Petrônio Barradas, atendendo a orientação do Conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, Paulo Virgílio Maracajá Pereira, voltou ao ponto de interesse dos cardeais, a aprovação de eleições diretas somente para 2011, ignorando sem nenhuma satisfação as propostas de alteração de estatuto protocoladas por sócios do clube pertencentes à Associação Bahia Livre e ao grupo Revolução Tricolor, bem como os pedidos de apreciação dessas propostas realizados durante a própria sessão. Como numa ópera bufa, de maneira ridícula, Petrônio, como se nada tivesse ouvido, voltou ao ponto (a aprovação das eleições diretas somente em 2011): “Quem concorda, permaneça como está”, ou seja, quem fosse contra, deveria se manifestar, quando, a maioria dos presentes imediatamente levantou-se, manifestando-se contrariamente: “Não, temos que votar as alterações propostas”, “Não, temos que votar ponto por ponto”… sentindo-se acuados, sempre comandados pelo Conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, Paulo Virgílio Maracajá Pereira, todos os cardeais bateram em fuga embaixo de vaias, alegando que seriam agredidos. Como seriam agredidos cercados de capangas armados? Só se os sócios do Bahia fossem malucos, embora alguns tricolores tenham sido agredidos por capangas do lado de fora da sede. Os cardeais se viram em minoria e encerraram a assembléia.

Enquanto os sócios coletavam assinaturas para a convocação de uma nova reunião da assembléia geral (cuja data prevista é 10.12.2008) para apreciação das propostas de alteração dos estatutos do clube, o Sr. Petrônio Barradas passava pela situação vexatória de fugir pelos fundos, cercado de seguranças.

Os cardeais do Bahia, liderados pelo Conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, Paulo Virgílio Maracajá Pereira, se já são defesnestrados por toda a sociedade baiana pelas ruas de Salvador, num dia histórico, tiveram sua primeira derrota dentro do próprio clube, outras derrotas virão! Não vamos deixar que o grupo que dirige o clube venda a sede de praia, pois um grupo que não tem a hombridade de apresentar as contas do clube aos sócios, não vai vender nosso patrimônio para depois ninguém saber o que será feito com o dinheiro, e mais, pretendemos destituir a atual diretoria em assembléia de sócios, decretar uma intervenção no clube com uma devassa e responsabilização do culpados, bem como afastar qualquer presidente eleito por este grupo que está aí no poder, embora acreditemos que o problema estará resolvido antes disso.
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