O Bahia, suas glórias e os urubus

O ex-técnico do Bahia responsabiliza a invasão do “Fazendão”, Centro de Treinamentos do tricolor, pela derrota humilhante do clube por 5 a 1. Pode ser. Mas quem foi o responsável pela invasão?

Um bando de moleques, uma horda de cafajestes. Mas o que teria levado a rebelião, que não é a primeira, dessa canalhada? Os cartolas do Bahia. O que querem ainda à frente da direção do clube este grupo?

O que o presidente Petrônio Barradas está a imaginar? A presidência traz vantagens para ele? No meu entender, prejudica. Socialmente, não é uma pessoa bem vista, é uma figura alvo de críticas em todos os sentidos. E, economicamente? Bem, neste caso, não sei.

Ser considerado um coveiro não enaltece ninguém. Não adianta atacar os bandidos que invadiram a concentração. Quem inflama os cafajestes? Claro, Petrônio e seu grupo, mesmo sem desejar a conseqüência. Os cartolas, do jeito que se comportam, terminarão debaixo da cama. Porque o Bahia é um clube que não morre. Tem uma tradição de glórias, empanada pelos urubus de agora.

Samuel Celestino

Autor(a)

Dalmo Carrera

Fundador e administrador do Futebol Bahiano. Contato: dalmocarrera@live.com

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