FBF reprograma Guanambi e Leônico para domingo

A Federação Bahiana de Futebol reprogramou o jogo Guanambi x Leônico, pela segunda divisão do Campeonato Baiano, que estava marcado para hoje, às 15h, em Guanambi, para o próximo domingo, no mesmo local e horário. A entidade recebeu ontem um comunicado da prefeitura de Guanambi informando que o Estádio 2 de Julho será usado hoje para as atividades esportivas do projeto Bom de Bola, Bom na Escola, que acontece até depois de amanhã.

A partida decidiria hoje o clube que irá enfrentar o Independente de Feira de Santana nas finais. Estão na briga o Guanambi e o Galícia. A equipe do interior tinha aplicado 10×0 no Leônico na partida que a classificaria para a decisão da segundinha, mas o resultado gerou protesto do clube da colônia espanhola. O jogo da estranha goleada – resultado exato que o Guanambi precisava para se qualificar – foi anulado pelo Tribunal de Justiça Desportiva. O novo confronto agora acontece domingo, mas não se sabe se o time grená aparecerá, às 15h, no Estádio 2 de Julho, em Guanambi, no qual o time do sudoeste precisará vencer novamente por dez ou mais gols de diferença. Em grandes dificuldades, o Leônico não deve ir a campo, tomando conseqüentemente o WO (que vale o triunfo por 1×0 para o adversário) e, assim, automaticamente classificar o Galícia para as finais contra o Independente de Feira de Santana, em datas a serem definidas. A equipe de Salvador deu entrada ontem em um documento na FBF com uma verdadeira proposta indecente. O Leônico pediu que a entidade banque as despesas com a prorrogação dos contratos, viagem, hospedagem e alimentação. Paulo Leão, diretor da agremiação, argumenta que o clube, que já tinha dispensado os “atletas”, não tem R$1 em caixa para bancar os gastos. É claro que a proposta foi rejeitada pela FBF. Espera-se que até domingo tais pendências possam ser resolvidas, para que o jogo aconteça em Guanambi. Enquanto isso, a diretoria do clube do interior já encaminhou recurso ao Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, no Rio, questionando a decisão de anulação do jogo da goleada pelo TJD, pois sustenta que não houve provas de “armação” no julgamento realizado. O presidente Gervásio Fernandes alega que a partida foi anulada pelos auditores com base em pressuposições.Correio da Bahia

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