Yago recorda “Ba-Vi da vergonha”, fala sobre projeto do Bahia e já projeta estreia

"O que pesou foi o desejo de vir a fazer parte do projeto do Bahia".

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia / Divulgação

Nesta terça-feira (28), o Esporte Clube Bahia apresentou o meio-campista Yago Felipe, de 28 anos, que veio do Fluminense e assinou em definitivo até 2025. O Esquadrão desembolsou R$ 10 milhões junto ao clube carioca. O jogador chega para ser titular e dá mais qualidade ao meio de campo de Renato Paiva. Na entrevista, Yago citou o projeto apresentado por Carlos Santoro e o “peso da camisa” como determinantes para acertar com o tricolor.

 

“Todos devem falar projeto porque Cadu [Santoro, diretor de futebol] me ligou e conversou comigo. Mostrou interesse que tinha em me contratar, entendia que cairia bem no clube. Não só pelo projeto. O Bahia por si só é uma camisa muito pesada, de muita tradição. As vezes que vim jogar contra, vi a torcida pulando, incentivado. Todo jogador quer isso. O projeto é muito bom, o tempo vai mostrar, mas por esse escudo, a força da camisa”.

Ele garante estar motivado. “Muito motivado. Cheguei na reapresentação após o jogo contra o Sport. Isso me motivou mais ainda, estou no lugar certo. Espero que a gente possa virar a chave para conquistar grandes coisas no Bahia”, diz.

Yago aguarda a regularização para ficar à disposição para o jogo desta quarta-feira, contra o Jacuipense, pela primeira fase da Copa do Brasil. “Sim, acho que tem grandes chances. Até porque eu estou treinando. Faltam só alguns detalhes de documentação. De campo eu já estava treinando com Paiva. Então acredito que se der certo, eu posso jogar amanhã”.

O meio-campista já passou pelo futebol baiano, entre 2017 e 2019, quando defendeu o Vitória. Ele disputou 89 partidas, com 15 gols marcados e quatro assistências. Na entrevista, Yago lembrou do “Ba-Vi da Vergonha”, em fevereiro de 2018, marcado por briga generalizada. Ele revelou que pediu desculpas para o Vina após o episódio.

“Um clássico que aconteceu em 2018 né?! Depois disso, eu nunca tive a oportunidade de falar sobre o assunto. Inclusive, não é um assunto que eu me orgulho. Na primeira oportunidade que eu tive, pedi desculpas para o Vina. Acho que não tem nenhuma relação com minha vinda. O que pesou foi o desejo de vir a fazer parte do projeto do Bahia”.

Autor(a)

Fellipe Amaral

Administrador e colunista do site Futebol Bahiano. Contato: [email protected]

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