Talisca lança gravadora de trap na Bahia e fala em ‘combater a desigualdade na música’

"Decidi lançar a gravadora no intuito de revelar novos potenciais", disse.

Foto: Redes Sociais

Assim como o humorista Whindersson Nunes, e o atacante do Flamengo, Gabigol, o meia Anderson Talisca entrou para o mundo do trap, subgênero do rap/hip-hop que surgiu na década de 2000, que nasceu nas periferias da cidade de Atlanta (EUA). O jogador revelado no Bahia, também conhecido pelo codinome de Spark, lançou uma produtora, selo e gravadora do ritmo trap. O lançamento ocorreu no último sábado em um condomínio de luxo de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Intitulada de “Nine Four”, o investimento é composto por seis estúdios, setores de marketing, vendas e audiovisual, voltados especialmente para o trap. Talisca afirmou que o intuito do projeto é ajudar os artistas que estão começando na música e tentar combater a desigualdade.

 

“Decidi lançar a gravadora no intuito de revelar novos potenciais, tanto da minha terra como de outras regiões, para gerar oportunidades dentro da música e do trap no Nordeste que está tão carente. A minha expectativa com essa captação de artistas é combater a desigualdade dentro da música e da arte. Fazer com que novos jovens da periferia comecem a trilhar seus caminhos dentro do trap, do rap“, contou.

Natural de Feira de Santana, Talisca lançou a carreira de cantor há pouco mais de dois anos. Ainda na adolescência, antes de descobrir o futebol, ele participou de uma banda de axé, onde tocava surdo. Em 2020, durante o início da pandemia de Covid-19, ele decidiu se tornar Spark.

“O trap e R&B Soul, são ritmos que tocam na minha essência há muitos anos. Acredito que esses ritmos tão ricos em 2023 vão dominar o mundo”, contou.

Autor(a)

Fellipe Costa

Administrador e colunista do site Futebol Bahiano. Contato: [email protected]

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