Dirigentes de 18 clubes assinam com empresa para buscar oferta por Nova Liga

Da Série A, cinco clubes não assinaram o acordo com a empresa

A ideia para criação de uma “liga de clubes” com o propósito de gerir o Brasileirão, que surgiu em junho, segue a todo vapor. Na última sexta-feira, dirigentes de 18 clubes assinaram um termo com a empresa liderada pelo advogado Flavio Zveiter, denominada Codajas Sports Kapital, interessada em assumir a operação da nova Liga. Da Série A, cinco clubes não assinaram o acordo: Athletico-PR, América-MG, Fluminense, Juventude e Sport. Segundo informação do “ge”, o documento é “não vinculante”, ou seja, não gera nenhuma obrigação para os clubes envolvidos. Caso seus dirigentes queiram recusar o que for oferecido posteriormente, têm esse direito preservado.

 

Ao lado de profissionais de mercado, como Ricardo Fort e Lawrence Magrath, o advogado afirma que conseguirá vender uma parte da futura liga de clubes para um investidor. Na carta entregue aos dirigentes, a Codajas afirma que tem acordo com a Advent International. Trata-se de uma companhia que investe em “private equity” (ou seja, comprando participações em empresas consolidadas). A Advent fez negócio similar no futebol italiano, com a liga local.

A liga de clubes foi avaliada pela equipe de Zveiter em US$ 4 bilhões. Baseando-se nisso, a venda de até 25% da liga para esse parceiro geraria US$ 1 bilhão. Esse dinheiro, por sua vez, seria repassado aos clubes para que possam pagar dívidas e se reestruturar em meio à crise. Por meio desse acordo, sob sigilo, dirigentes proverão dados internos para que a Codajas faça um “valuation” mais preciso das propriedades comerciais envolvidas, sobretudo dos direitos de transmissão.

 

 

 

 

 

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