MGF é multado em R$ 1 milhão por recurso indevido contra ação do Bahia

Ex-presidente tentou atrasar andamento do processo movido pelo Bahia

Foto - Gilberto Júnior

Nesta quarta-feira (1º), o vice-presidente do Esporte Clube Bahia, Vitor Ferraz, revelou através de publicação nas redes sociais que Marcelo Guimarães Filho, ex-presidente do clube, foi condenado a pagar quase R$ 1 milhão por usar indevidamente um recurso para tentar atrasar o andamento do processo movido pelo Bahia, que cobra do dirigente R$ 44 milhões por irregularidades na administração do clube entre 2009 e 2013. A decisão foi expedida na última terça-feira (30), pela juíza Maria Helena Peixoto Mega, da 1º Vara Cível e Comercial de Salvador, e cabe recurso.

 

“Em ação movida pelo @ECBahia buscando ressarcimento pelos danos causados ao clube, ex-presidente destituído é condenado a pagar quase 1 milhão de multa por usar indevidamente recurso para tentar atrasar o andamento do processo”, escreveu o Vitor Ferraz.

“A pretensão do embargante no sentido de que esse juízo se manifeste sobre omissão e ou contradição inexistente é desprovida de fundamento plausível, traduzindo os presentes embargos de declaração como recurso utilizado em caráter manifestamente ilícito e com finalidade meramente protelatória”, diz a juíza Maria Helena Peixoto Mega em sua decisão.
 
Um dos pontos citados no processo é a negociação do Fazendão e do CT Evaristo de Macedo. Além destes, estão processos no Ministério do Trabalho, notas fiscais sem comprovação de serviço e demais valores. De acordo com o texto, uma auditoria feita nas contas do clube “descobriu diversos atos administrativos ilegais, inválidos e/ou em transgressões estatutárias absurdas que serão aqui desnudados, atraindo o dever de indenizar, na forma da legislação de regência”.

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