Histórico de bom pagador ajudou o Bahia em negociação com atletas

"Acho que o que podemos oferecer hoje é credibilidade", disse Cerri

Fotos: Felipe Oliveira / EC Bahia

Essa semana, em entrevista ao portal UOL Esportes, o meia Rodriguinho revelou os motivos por ter escolhido o Esporte Clube Bahia e citou, além do bom projeto apresentado pela diretoria, o fato do clube pagar os salários em dia. E justamente esse histórico atual de bom pagador tem feito com o que o Esquadrão leve vantagem na busca por reforços em relação a outros clubes. Além disso, essa credibilidade também foi importante no momento de negociar uma redução salarial por conta da pandemia do coronavírus que paralisou o futebol e diminuiu as receitas dos clubes. Foi o que destacou o diretor de futebol do tricolor, Diego Cerri.

 

“Acho que o que podemos oferecer hoje é credibilidade, pelo que a gente vem fazendo nos últimos cinco anos. Pagamentos em dia, responsabilidade e buscando o equilíbrio entre ser competitivo, mas que possamos suportar no bolso também. Com isso, pagando em dia, e sendo transparente no que a gente faz, e sempre cumprir com o que combinou, isso traz uma credibilidade nesse momento de mostrar o exemplo do clube e fazer algum tipo de redução. Eu acho que esse histórico do clube faz com que as pessoas e atletas aceitem e entendam melhor as medidas nesse momento”, disse Cerri.

“O futebol é uma indústria que gera uma série de empregos, tem muita gente que trabalha, como outra profissão qualquer. O posicionamento do Bahia é esse, de responsabilidade. Você tem de tomar certas atitudes e tentar zelar pela manutenção dos empregos. Buscamos preservar o salário daqueles que ganham menos e precisam, assim fizemos cortes escalonados e chegando a 25% do salário dos atletas e sempre buscando alguma situação futura para compensar essas perdas se o quadro pós-pandemia permitir”, concluiu.

 

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