Bahia vai vender um ou outro, mas tentará manter a espinha dorsal

"Em algum momento vamos ter que nos desfazer de um ou outro"

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Se antes da pandemia já era preciso vender jogadores para fazer caixa, agora com a crise causada pela pandemia do coronavírus é uma extrema necessidade para diminuir os impactos financeiros. No entanto, segundo o diretor de futebol Diego Cerri, o Esporte Clube Bahia vai tentar manter a espinha dorsal do time. “A gente vai tentar manter a espinha dorsal do time, não esfacelar a equipe, mas vender um ou outro jogador para segurar esse momento difícil. Em algum momento vamos ter que nos desfazer de um ou outro jogador para fazer receita para o clube. O quadro todo mudou. Então, infelizmente a situação é diferente”, disse, em live organizada pela Pluri Consultoria.

 

Diego Cerri também falou sobre os esforços da diretoria e os investimentos em jogadores destaques do time, casos de Gregore e Gilberto. O volante, inclusive, hoje é o jogador mais cobiçado do elenco. “A gente procurou concentrar todos os esforços para manter os jogadores que estão tendo mais destaque do ano passado para esse ano e trazer pontualmente jogadores para dar corpo ao elenco, com um perfil mais técnico. A gente estava ganhando jogo após jogo uma equipe mais competitiva e com mais qualidade técnica, que dava esperança de um ano muito bacana para o clube. Tivemos propostas para o Gregore, na ordem de 4,25 milhões de dólares, tivemos proposta pelo Gilberto que tivemos que investir um valor de aquisição para que ele pudesse ficar conosco por mais dois anos. Então, nós realmente colocamos muito esforço financeiro para a montagem da equipe e para segurarmos nossos ativos”, explicou Cerri.

 

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