Diretor do Bahia fala sobre jogadores emprestados, elenco e Libertadores

Diego Cerri falou sobre situações de Guerra, Artur e Juninho

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

No Esporte Clube Bahia desde 2016 quando foi contrato ainda na gestão de Marcelo Sant’Ana, o diretor de futebol do Esporte Clube Bahia, Diego Cerri, é o principal responsável pela montagem do elenco. Em entrevista à TV Bahia exibida no Globo Esporte desta quarta-feira, o dirigente comentou que esse talvez seja o grupo mais encorpado e, ainda que prefira um elenco mais reduzido que facilita na gestão do treinador, ele está bastante satisfeito. Sobre a meta de conquistar uma vaga na Libertadores de 2020, o dirigente preferiu ter cautela e manter os pés no chão.

 

“Durante a montagem do elenco, ficamos otimistas. Período difícil, crucial, quando você vai encaixando muitas peças. Jogadores que a gente já planejava. Talvez, nos últimos anos, seja o elenco mais encorpado. É difícil prever meta de Libertadores quando tem receita muito abaixo das outras equipes. Sabemos que temos potencial de chegar, mas a gente está no meio do campeonato, nossa equipe está muito consistente, mas falta muito para brigar por essa vaga na Libertadores. Uma das premissas que eu tenho é trabalhar com elenco reduzido, que facilita a gestão do próprio treinador. Temos bons jogadores que não estão atuando por opção. Temos elenco bem interessante para a disputa do Brasileiro. Estou satisfeito”

“A confiança no futebol é essencial para ter resultado. Nossa equipe está confiante, ambiente é muito bom. Traz uma consistência. E, dentro de campo, com os atletas, a gente tem um ambiente muito bom e todo mundo com confiante. Quando você tira aquele risco de rebaixamento, você pega confiança. O que sabemos é que estamos em momento consistente e com pés no chão para chegar no final do campeonato na melhor posição possível.”

Questionado sobre a permanência para 2020 dos jogadores Alejandro Guerra, Artur e Juninho (todos emprestados pelo Palmeiras e com contrato até o final deste ano com o tricolor), Diego Cerri afirmou que a intenção é manter os atletas por mais tempo, porém, se não ficarem, que tragam retorno financeiro.

“Três atletas que vêm por empréstimo. Temos muitos atletas próprios, e isso faz parte da gestão do clube. Eventualmente quando eles saiam, que seja por retorno financeiro do clube. Temos meta de venda de atletas, nos últimos anos foi de R$ 25 milhões. Nós já batemos. Ano que vem é de R$ de 30 milhões. A intenção é manter por mais tempo os jogadores e, quando eles saiam, que tragam retorno.”

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