Roger se preocupa com os insucessos e diz que a luz está sempre acesa

Bahia não vence há seis jogos na temporada, 4 após o recesso

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Apesar do empate com o Cruzeiro, o técnico Roger Machado conseguiu enxergar pontos positivos no resultado, principalmente pelo Esporte Clube Bahia ter atuado boa parte do jogo com 10 homens, o que para o treinador teria todos elementos para se transformar em uma tragédia e o ponto conquistado, segundo ele, resgata a confiança. Ainda assim, o comandante afirmou que todos se preocupam com os insucessos e a luz está sempre acesa, afinal, o Bahia chegou aos SEIS jogos sem vencer na temporada, quatro pela Série A (Ceará, Inter, Santos e Cruzeiro) e dois pela Copa do Brasil (Grêmio). O último triunfo foi no dia 1º de junho quando derrotou o Grêmio por 1 a 0 em Pituaçu pelo Campeonato Brasileiro.

 

“A gente está sempre preocupado com os insucessos. Sempre há oportunidade para evoluir em algum aspecto. Luz está sempre acesa. Com empate conseguimos ganhar uma posição. Preciso deixar registro para meu torcedor, que é nosso combustível. A partir do momento que a gente entregou dentro de campo o que queria, ele veio conosco […] O que tinha todos os elementos para se transformar numa tragédia, acabou saindo com saldo positivo. Esse jogo era bastante especial porque todos gostariam de ver como reagiríamos após a perda da classificação na Copa do Brasil. Mesmo não vencendo, a gente conseguiu resgatar a confiança no jogo. Isso foi muito importante. Foi um segundo tempo gigante, mesmo com um jogador a menos”

Roger revelou ter conversa com o atacante Arthur Caíke e que o jogador pediu a palavra no vestiário após expulsão no primeiro tempo. “Falei para o Arthur, ele muito sentido, muito triste, muito chateado, pediu a palavra para falar no vestiário. O que salientei foi que houve a imprudência, se expôs a um lance interpretativo. Mas do meu ponto de vista foi uma rigidez excessiva. Mas faz parte do jogo, ainda mais em momentos pós-eliminação. É um jogo tenso, nervoso, que o torcedor bem para ver como vamos nos comportar em campo. Não deveria ter acontecido, mas faz parte. Não posso condenar meu atleta em função disso”, indicou.

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