“O primeiro objetivo do Bahia é se manter na Série A”, projeta Bellintani

"O que é importante é que o clube esteja forte", frisou

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

O Esporte Clube Bahia estreia no Campeonato Brasileiro da Série A no próximo domingo, às 16h (de Brasília), contra o Corinthians na Arena Fonte Nova. Será o terceiro ano seguido que o Esquadrão disputa a competição, a segunda temporada na ERA Guilherme Bellintani que projeta inicialmente a manutenção, como sendo o primeiro objetivo e depois a evolução em relação aos anos anteriores. O mandatário frisou a importância de o clube se manter na elite por anos para que esteja ainda mais forte e melhor economicamente.

“A gente tem sempre dito que o que espera nos campeonatos mais longos, especialmente o Brasileiro… Primeiro que, em nossa análise, é o que determina o crescimento do clube. O Bahia ainda não tem um tamanho econômico equivalente ao de outros clubes que têm o mesmo tamanho de torcida que o Bahia tem. O primeiro objetivo é se manter na Série A por anos. Dentro da circunstância do futebol, a gente trabalha para que haja uma evolução em relação aos anos anteriores. O que é importante é que o clube esteja forte”

Na temporada passada, o time finalizou o Brasileirão na 11ª posição, a melhor colocação desde que a competição passou a ser disputada no sistema de pontos corridos. Será também a 8ª participação no Brasileiro desde a implementação do sistema de pontos corridos, em 2003. Em 2017, o time alcançou a melhor pontuação, com 50 pontos, e terminou na 12ª posição. Leia mais abaixo.

 

“Importante falar do Bahia como um todo. Às vezes, o time não responde da forma como a gente imaginava que fosse responder. O que vai tornar possível a correção dos rumos é tornar um clube forte. Quando isso não acontece, tem as correções, como foi feita nesse primeiro semestre. A correção principal foi a mudança do treinador. Tentamos ao máximo não fazer a troca, mas, quando decidimos, foi por um treinador que representasse o projeto. Se a gente precisa mudar o nome, que não mude o rumo do projeto. Se mudou, quer dizer que os resultados não vieram como a gente imaginava, como na Copa do Nordeste. Não digo nem tanto da Sul-Americana, porque é mata-mata. A eliminação precoce da Copa do Nordeste mostrou que alguns rumos precisavam ser corrigidos”

 

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