Baianão 2019: Final entre Bahia de Feira e Bahia terá duas novidades

Pela primeira vez uma decisão de Baianão terá árbitro de vídeo

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

O Campeonato Baiano chegou na sua reta final e mais uma vez o Esporte Clube Bahia na final da competição, desta vez buscando o seu título de número 48, tendo pela frente o Bahia de Feira, que começou a competição promovida pela Federação Bahiana, de forma avassaladora com quatro triunfos consecutivos liderando ou compartilhando a liderança com o Esporte Clube Vitória em quase todas as nove rodadas da fase de classificação.

O Tremendão caiu de produção a partir do meado da competição, ainda assim, se classificou em primeiro lugar no geral com os mesmos 16 pontos acumulados pelo Atlético de Alagoinhas. Na fase semifinal, empatou e venceu o Vitória da Conquista e caminhou em direção ao Esporte Clube Bahia como um autêntico azarão, ainda que o próprio Bahia tenha sido uma das suas vítimas quando foi derrotado por 2 x 0 em plena Fonte Nova em jogo da terceira rodada da competição.

NOVIDADES:

 

A final de 180 minutos do Campeonato Baiano terá duas novidades. A primeira é a utilização o árbitro de vídeo (VAR) pela primeira numa decisão de Baianão e que será utilizado nas duas partidas (Joia da Princesa e Fonte Nova). A Federação Bahiana de Futebol já sinalizou que Estádio Joia da Princesa está apto e vai receber o recurso do VAR no domingo, às 16 horas.

O sistema fez um enorme sucesso na Copa do Mundo, sendo responsável pela lisura completa dos resultados das partidas. No Brasil, se ajudou, tem sido também por motivo de controvérsias pelo mau uso em lances meramente interpretativos. No entanto, como é uma ferramenta nova, ainda busca o aperfeiçoamento ideal.

Outra novidade do Campeonato Baiano 2019 é a cobrança dos pênaltis como solucionador para as partidas empatadas, que volta a ser adotado na gestão de Ricardo Lima na Federação Bahiana de Futebol e deixa mais emocionante o torneio. A modalidade foi muito usada em um passado distante e agora volta com força total inclusive na Copa do Brasil e Copa do Nordeste, ficando apenas nestas duas competições. Nas edições anteriores, na gestão de Ednaldo Rodrigues, não havia decisão por pênaltis já que o time de melhor campanha jogava por dois resultados iguais.

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