Enderson lamenta eliminação frustrante do Bahia na Copa Sul-Americana

"era algo bem importante para o clube", disse o treinador

Foto: EC Bahia

Mesmo enfrentando um adversário que não apresentou absolutamente nada nos 180 minutos, o Esporte Clube Bahia foi eliminado da Copa Sul-Americana na noite desta quinta-feira, em Montevidéu, no Uruguai, após empatar sem gols com o Liverpool. Na partida de ida, o Tricolor perdeu por 1 a 0 em plena Arena Fonte Nova.

Na entrevista coletiva, após a frustrante eliminação na Copa Sul-Americana, o treinador Enderson Moreira analisou o empate sem gols diante do Liverpool-URU e lamentou não ter conseguido a classificação para segunda fase do torneio internacional. Para ele, apesar de não marcar gols no adversário, o Bahia foi superior durante os 180 minutos.

“Lamentamos muito esta eliminação, era algo bem importante para o clube, mas não conseguimos. Fomos superiores nos dois jogos, só que não transformamos tudo em gols. Eles ficaram lá trás, marcando o tempo, e só esperando um erro nosso para conseguir jogar”, disse.

“Acho que o torcedor pode ficar chateado talvez tanto quanto a gente. Você entra no vestiário, todos sentidos. Nós nos empenhamos. Eu tenho reconhecimento com eles. Eu falei para eles: “A gente sai de forma prematura em uma competição que é importante para o Bahia, mas nós fizemos o nosso melhor. Nos entregamos, nos dedicamos, fizemos aquilo que pode ser feito”. Lidamos com quatro competições ao mesmo tempo, que para a gente é quase impossível. É como se fosse trocar o chip mesmo. Vai trocando, e a gente vai acostumando. A gente está chateado, triste. Temos boas competições pela frente, temos uma equipe que não está pronta ainda. Temos muito pouco tempo. São ajustes finos que a gente precisa fazer. A ideia do Bahia jogando está boa, mas falta um detalhe que faz a diferença. Último passe, finalização, saber como o companheiro se comporta dentro de campo. Esse entrosamento, essa melhora, só acontece com o tempo”



O próximo compromisso do Bahia, mais uma vez fora fora de casa, será no domingo (24), contra o Fortaleza, às 19h, na Arena Castelão, pela quarta rodada da Copa do Nordeste, precisando do triunfo para retornar à zona classificatória do Grupo B. Depois disso, ainda terá mais três partidas como visitante: Jacuipense (Campeonato Baiano), Altos-PI (Copa do Nordeste) e Santa Cruz de Natal (Copa do Brasil), e só volta a jogar em Salvador no dia 10 de março justamente no clássico BA-VI e outra vez na Arena Fonte Nova com torcida única e somente os tricolores por recomendação do Ministério Público.

Bahia é eliminado da Sul-Americana e impõe ao seu torcedor a primeira decepção do ano

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5 Comentário

  1. Técnico vagabundo! Presidente otário, libera Régis para agradar esse entregador de camisas!! Vai pagar caro. Começou a cair hoje para a segundona.

  2. Enderson não arrumou a defesa, o meio campo e nem o ataque.
    E ao utilizar o banco de reservas, o time sempre involui e passa a ser completamente dominado pelos adversários. O time não cria nem marca, apenas chuta de fora da área sem preparar a jogada e dá chuveirinhos. Basta!
    O time fez quase 80 finalizações a gol e apenas 4 no gol, dessas, quase todas nas mãos do goleiro, que infelizmente para o Bahia, não era cotó ou tetraplégico. O time não preparava a jogada, chuveirava ou chutava sem capricho.
    os atacantes não tentavam quebrar as linhas com dribles ou triangulações, e os meias jamais enfiavam (lá ele!) uma bola por dentro da zaga. E mais uma vez, ao substituir, o time involuiu em campo, tornando o jogo completamente controlado pelo adversário.

  3. O time fez quase 80 finalizações a gol e apenas 4 no gol, dessas, quase todas nas mãos do goleiro, que infelizmente para o Bahia, não era cotó ou tetraplégico. O time não preparava a jogada, chuveirava ou chutava sem capricho.
    os atacantes não tentavam quebrar as linhas com dribles ou triangulações, e os meias jamais enfiavam (lá ele!) uma bola por dentro da zaga. E mais uma vez, ao substituir, o time involuiu em campo, tornando o jogo completamente controlado pelo adversário.
    Enderson não arrumou a defesa, o meio campo e nem o ataque.
    E ao utilizar o banco de reservas, o time sempre involui e passa a ser completamente dominado pelos adversários. O time não cria nem marca, apenas chuta de fora da área sem preparar a jogada e dá chuveirinhos. É muito pouco para o investimento realizado e o material humano que foi colocado à sua disposição.
    Artur atuou o primeiro tempo muito longe da área, sendo Nino o atleta mais agudo do time, sem menosprezar o nosso lateral, que fez uma partida “ok”, mas ficamos realmente a nos perguntar finalmente, quais dos dois atletas possuem maior capacidade para definir uma partida? Claro que é uma pergunta retórica…
    No contexto de falta de qualidade no setor de criação, e que quando lança mão dos atletas do banco, jamais o time cresce de rendimento, é nesse momento que emprestamos Régis para reforçar uma equipe rival?
    São muitos erros para tão pouco tempo. Prolongar isso, é brincar com a sorte.

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