Bahia vacila, permite empate do Palmeiras e segue ameaçado pelo Z-4

Com tropeço, o Esquadrão segue ameaçado pelo Z-4

O Esporte Clube Bahia decepcionou os 24.951 torcedores que saíram de suas casas para ir apoiar o time na Arena Fonte Nova e na tarde deste domingo ficou apenas no empate amargo por 1 x 1 com o Palmeiras e manteve o TABU que já dura 30 anos. O último triunfo do Tricolor Baiano dentro do seu território contra o Palmeiras continua sendo em 1988, quando venceu por 1 x 0 pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, com gol marcado pelo craque Bobô, ano em que sagrou-se bicampeão brasileiro. De lá até aqui, são 11 jogos com o de hoje, 8 derrotas e 3 empates. Gilberto marcou para o tricolor e Felipe Melo para o time paulista.

Com este terrível empate, o Bahia segue ameaçado pela zona de rebaixamento, estagnado na 14ª colocação com 29 pontos, há 4 pontos do Z4 que tem Vasco, Chapecoense e Sport-PE, sendo que todos ainda entram em campo na rodada. Este foi o 5º empate do Tricolor dentro do seu cercado, onde tem ainda 6 triunfos e 2 derrotas.

Agora o Esquadrão muda um pouco seu foco e volta a atenção para a Copa Sul-Americana. Na próxima quinta-feira (20), o Esquadrão enfrenta o Botafogo, às 21h45, na Arena Fonte Nova, pelo jogo de ida das oitavas de final.

No primeiro tempo, o Bahia jogou e não deixou o Palmeiras jogar, exemplo disso que o adversário só criou uma única chance e aos 42 minutos com Borja. Fora isso, apesar da maior posse de bola alviverde (46% x 54%), só deu Esquadrão que teve mais volume de jogo, errou poucos passes e começou encurralando desde os minutos iniciais, conseguindo abrir o placar aos 17 minutos com Gilberto em grande jogada do jovem Ramires que driblou Felipe Melo na marca do pênalti e teve frieza e visão para servir o camisa 9 tricolor. Depois do gol, o Tricolor diminuiu o ritmo, ainda assim, teve consistência e não foi ameaçado.

O Bahia voltou para o segundo tempo com Marco Antônio no lugar de Élber, e com a ofensividade do Palmeiras que colocou Dudu e Willian, o Tricolor ganhou mais espaço e teve liberdade para matar o jogo, porém, quando emplacava um contra-ataque, errava no último passe, na sua maioria com Zé Rafael que não estava num dia tão inspirado e chegou até a ser vaiado em determinado momento, isso depois do gol de empate marcado pelo volante Felipe Melo aos 32 minutos subindo nas costas de Douglas Grolli.



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