Bahia deixou de ser vitrine para clubes e hoje tem apenas 4 emprestados

Se num passado não tão distante o Esporte Clube Bahia tinha o seu elenco na sua maioria com jogadores emprestados por outros clubes, de um tempo para cá tudo mudou. Seguindo a filosofia iniciada na gestão de Marcelo Sant’Ana, a nova diretoria tricolor busca contratações para serem ativos do clube e não mais para servir como vitrine ou barriga de aluguel.

Em entrevista à ESPN, o diretor de futebol do Bahia, Diego Cerri, explicou o perfil e as características das contratações que a diretoria busca e destacou a quantidade pequena de jogadores emprestados no elenco. Hoje apenas quatro: Clayton, Allione, Léo e Edson, segundo que esse último tem contrato com o Fluminense encerrando em dezembro e pode assinar em definitivo com o Tricolor Baiano.

O último emprestado comprado pelo Bahia foi o volante Gregore. Antes dele, outros chegaram com valor de passe fixado e foram adquiridos pelo tricolor, exemplos do zagueiro Tiago, do meia Marco Antônio e do atacante Edigar Junio, entre outros.

Veja abaixo:



“A ideia é tentar ter características mais de força e velocidade e transição rápida. Tentar ao mesmo tempo trazer os jogadores como ativos do clube. Hoje temos apenas quatro jogadores emprestados: Clayton, Allione, Edson e Léo. O Gregore foi emprestado pelo São Carlos, mas com opção de compra. Ele já foi comprado em definitivo. Isso é importante. A ideia pra próxima temporada é manter isso, porque temos algumas boas chances de mercado. O importante era entender o momento do clube e construir um patrimônio para o clube com os jogadores. Que na saída poderiam ser vendidos e gerarem receitas. Queremos jogadores com perfil com vontade de vencer. Tentamos identificar o que a torcida aceita dentro clube, que tenha o DNA do Bahia. Um time agressivo na marcação principalmente dentro de casa, que saia de forma rápida e que não mostra passividade dentro de campo contra os adversários.”

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