Ex-lateral e ídolo do Bahia passa dificuldades e pede ajuda

Ex-lateral e ídolo do Esporte Clube Bahia onde foi tricampeão baiano de forma consecutiva nos anos 80, também atuava como ala e fez grande parceria com Bobô e Cláudio Adão na ocasião sendo convocado para Seleção Brasileira e depois sendo vendido ao Palmeiras. Falo de Roberto da Silva Pinheiro, popular Zanata, atualmente aos 59 anos e desempregado. O ex-jogador, que mora no Rio de Janeiro com sua filha de 11 anos, está passando por dificuldades financeiras e pede ajuda.

O seu último emprego foi como técnico de futebol no primeiro semestre de 2016, quando comandou o Icasa, do Ceará. Demitido, ele diz que até o momento ainda não recebeu o dinheiro da rescisão e acabou tendo que recorrer a agiotas para conseguir dinheiro emprestado. Hoje Zanata sobrevive do que recebe trabalhando como personal trainer de jogadores profissionais desempregados, porém, tem mês que não chega nem a R$ 500 mensais. O ex-atleta ainda declarou sua paixão pelo Bahia e fez um apelo aos baianos, para quem quiser ajudá-lo. Veja a entrevista completa abaixo.



Pé cirúrgico, metia a bola onde queria, Cláudio Adão escolhia, se queria na cabeça, no peito, no pé esquerdo ou direito. Lamentamos a situação do Zanata que vi gostar. “Nunca sabemos de manha” – É  uma frase batida por ser repetida, mas nunca deixa de ser atual e cabe em todos os tempos e em todos nós e em todos os sapatos.Portanto, desprezando méritos disso ou aquilo, porque ou por que ou porquê, quem tiver como ajudar que assim faça, inclusive o Esporte Clube Bahia de modo nobre estudando um emprego ao ex-jogador nas divisões de base ou onde ele se encaixar de modo digno.

O Blog Futebol Bahiano se solidariza com a situação do grande Zanata e entra nessa corrente. Quem tiver o interesse em ajudar, pode fazer as doações diretamente para a conta dele no Banco do Brasil abaixo:

 

Roberto da Silva Pinheiro

Banco do Brasil

Agência: 1570-9

Conta Corrente: 23.597-0

 

Veja e entrevista dele completa:

DESEMPREGADO E SEM RECEBER

“Os clubes grandes pagam, mas o pequenos dão calote. Se estando por perto as pessoas não pagam, imagine estando a muitos quilômetros de distância? É difícil… As coisas apertaram, vivo com minha filha de 11 anos. Como eu vivo regrado, não bebo, não fumo, ela preferiu ficar comigo. Aí a mãe abandonou. Nós temos contas para pagar, comida para comprar e as coisas estão difíceis. Tive que pegar dinheiro emprestado com agiota e agora estou enrolado com eles. Às vezes o empresário deles não consegue me pagar. Tem meses que é difícil, mas quando eles conseguem fechar com algum clube, eles lembram de mim e me pagam. A Bahia foi um local onde eu fui muito feliz tanto como jogador, quanto como treinado”

AMOR AO BAHIA

“Eu amo o Bahia (clube). Foi jogando no Bahia que cheguei na Seleção Brasileira. Não foi jogando no Flamengo ou Palmeiras… Foi pelo Bahia! Dei muitas alegrias aos torcedores e agora estou precisando de ajuda. “Eu já tinha conquistado títulos com o Bahia, já tinha chegado na Seleção Brasileira, então achei que era hora de voltar a jogar no Sudeste. Aí pedi para Paulo Maracajá (presidente do clube na época) me negociar. Não foi ele que quis me vender, fui eu que pedi. Aquele time era maravilhoso. Era um timaço com Cláudio Adão, Bobô, Zé Carlos, João Marcelo, Claudir… Eu não podia adivinhar que seria campeão brasileiro”

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