O Bahia de Jorginho e o Bahia de Guto Ferreira

O técnico Jorginho tem apenas UM jogo no Bahia, após três ou quatro treinamentos e admitindo de CARA que naquele momento não faria modificações importantes, por prudência. Já o técnico Guto Ferreira hoje no Internacional, treinou o tricolor por 11 meses e neste período, foram 57 jogos, obteve o acesso e conquistou a Copa do Nordeste ainda assim, o time só veio a mostrar qualidade no seu futebol na reta final da Copa do Nordeste, já que na Serie B, em uma campanha de recuperação, o tricolor jogou aquele chamado de futebol de resultado, era o que o Bahia precisava naquele momento.

Evidentemente não existe parâmetro para qualquer comparação do Bahia de Guto Ferreira e o Bahia de Jorginho. MAS estamos tratando de futebol e nele tudo pode, inclusive utilizar números produzidos por sites especializados em contar os passes errados, os acertos, a velocidade do vento no estádio naquele momento, quantos gols foram feito na trave da ladeira da Fonte Nova e lado do Dique do Tororó, posse de bolas, aliás, um quesito quase sempre contestado pelos comentarista que transitem os jogos.

Em breve saberemos se a lua em estado de quarto minguante pode influenciar para o Esporte Clube Vitória obtenha seu primeiro triunfo no Brasileiro da Serie A.

O jornal A Tarde utilizou tais medidas e números frios, gelado, completamente congelado para chegar uma conclusão maravilhosa e fantástica: O Bahia de GUTO é diferente do Bahia de Jorginho.

No entanto, admite que atual esquema tático foi mantido, mas houve alternâncias de estratégia de jogo. O destaque do Bahia de Jorginho foi à paciência. Teve 60% de posse de bola, contra 40% do Atlético-GO. Já no Bahia de Guto Ferreira teve apenas 49% contra Atletico-PR e Botafogo, e 46% contra o Vasco.

Agora utilizando o MAPA de calor foi possível observar que ao passo que em seus três primeiros confrontos da Série A, o Bahia concentrou seu jogo pelo lado direito, na partida contra o Atlético-GO a distribuição de lances foi quase que homogênea, sobretudo devido à grande quantidade de passes trocados e o alto tempo de posse de bola. Na segunda-feira, foram 406 passes, contra 240 no jogo com o Atlético-PR, 302 com o Bota e 193 com o Vasco.

Pois é.

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