Eleições do Bahia: assombrações à vista

O mandato do atual Fernando Schmidt vai até 31 de dezembro, na verdade é quase uma extensão da intervenção imposta ao Bahia pela justiça. Ficou claro, desde cedo, que o nome de Fernando Schmidt era um reforço pela reputação que ostenta, para dar legitimidade ao processo de tirar do clube, o engomado Marcelo Guimarães, e o bando de amigos que feito carrapatos, infestavam o Bahia. O processo foi executado como sucesso. Entramos em janeiro em uma nova etapa, uma etapa definitiva. Eleger o novo presidente do Bahia, este agora, com mandato na sua integralidade de tempo.

Até então, nomes apenas do ex-candidato derrotado, Antonio Tillemont Fontes de forma quase oficial. Um nome novo, nunca teve participação em qualquer administração do Bahia. Tem alguma identificação com segmentos da torcida e como é natural em qualquer processo de eleição, tem a rejeição de outra parcela. Digo, de torcedores e não apenas de sócios do Bahia.

Hoje pela manha, no Jornal Correio aparecem dois “novos” nomes, duas autenticas assombrações que é muito difícil saber, qual tem o maior poder de assombrar. Paulo Virgilio Maracajá Pereira, o mais genuíno representante do atraso e ele, o próprio, Marcelo Guimarães Filho, aquele mesmo, que quando aborrecido, não tinha qualquer cerimônia para mandar o torcedor tomar no cú.

Enquanto isto, a atual administração peca por não apresentar já no curso gestão, um nome que viesse concorrer com possibilidade de vencer as eleições e dá continuidade no processo de redemocratização do clube.

De acordo com a publicação, Maracajá e Marcelo Filho têm conversado e reunido amigos. Porém, eles estariam se articulando de maneira independente para definir como montar uma chapa ou quem apoiar. Os ex-presidentes não têm boa relação. Em 2011, Maracajá se sentiu traído por Marcelo Filho na eleição do Conselho Deliberativo do Bahia.

Atualmente, Paulo Maracajá está aposentado do Tribunal de Contas do Município. Já Marcelo Guimarães Filho concorreria para o cargo de deputado estadual nas Eleições 2014, mas o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia indeferiu os pedidos de registro de candidatura do Partido Humanista da Solidariedade (PHS).

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