Presidente da FBF destaca crescimento do Baianão e projeta melhorias para 2023

Em entrevista à Rádio Salvador FM, gestor sinalizou ainda que equipes sequer precisaram arcar com taxas de arbitragem

Foto - Carlos Humberto – Agência CH

O Campeonato Baiano 2022 acabou no último domingo (10) com o bicampeonato do Atlético de Alagoinhas. Gestor da Federação Bahiana de Futebol (FBF), Ricardo Lima, analisou o crescimento da competição e elogiou as campanhas dos times do interior. Na terceira temporada seguida, o Baianão contemplou no mínimo uma equipe oriunda do setor externo à capital na grande final.

 

“(Um dos nossos principais papéis é) dar condições para nossos clubes trabalharem, se organizarem, com torneios competitivos, sem choque de calendário com as demais competições. Temos um calendário complicado no Nordeste. E trazer principalmente tratamento isonômico para todos os filiados. Dessa maneira, vamos criar um ambiente para um futebol forte, em crescimento. Nos últimos três anos, tivemos clubes do interior chegando à final”, explicou o mandatário, em entrevista ao programa BN Na Bola, da Rádio Salvador FM 92,3.

A FBF implantou mais investimentos no campeonato estadual. Para Ricardo Lima, o fator facilitou o trabalho das agremiação. O Carcará faturou R$ 135 mil e o vice-campeão, Jacuipense, embolsou R$ 100 mil. As premiações foram idênticas às da edição 2021. No entanto, os clubes não precisaram arcar com taxas de arbitragem.

“Tivemos uma premiação, ainda precisamos aumentá-la, mas fizemos um investimento direto em questão de arbitragem de aproximadamente R$ 480 mil. Isso diminuiu os custos dos nossos filiados. Por isso, acredito que estamos realizando um campeonato diferente, tendo uma melhora técnica. Fizemos o contrato com a TVE, aumentamos a receita deles em 33%. Temos buscado condições junto a patrocinadores e a todos os entes governamentais e privados para melhorar”, evidenciou.

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