Walter, ex-Vitória, revela alívio após voltar a marcar: “passou um filme na cabeça”

"Sensação especial, porque vinha buscando muito o gol", disse.

Em jejum de gols desde setembro de 2020, o centroavante Walter retomou o caminho do gol com a camisa do Botafogo-SP, no final de semana
Foto: Botafogo-SP / Divulgação

Depois de aproximadamente a quantia equivalente a uma temporada de Campeonato Brasileiro, o centroavante Walter reencontrou a felicidade de balançar as redes adversárias. Na vitória por do Botafogo-SP frente ao Ituano, por 2 a 1, no último domingo (25), o jogador marcou um dos tentos. Principal reforço da equipe do Interior paulista para a disputa da Série C, Walter, ex-Vitória, estava em jejum. Ele não marcava gols há 33 jogos, ou seja, mais de dez meses.

Antes desse tento mais recente, ele balançou as redes rivais pela última vez quando ainda defendia as cores do Athletico-PR. Em partida válida pela fase de grupos da Copa Libertadores, Walter anotou o gol do triunfo sobre o Jorge Wilstermann, da Bolívia. Do mesmo modo, essa foi a única vez que Walter balançou as redes pelo Furacão.

Nesse ínterim, o atacante, de 32 anos, vestiu a camisa do Vitória no início desta temporada, e do São Caetano, no Campeonato Paulista. Na equipe rubro-negra, ele atuou em apenas quatro jogos, sem marcar nenhum gol. Já na agremiação de São Paulo, jogou seis partidas, e também não balançou as redes.

“Muito feliz, porque eu vinha buscando esse gol faz tempo, quase um ano sem fazer gol para atacante é muito difícil, assim como o momento do jogo. Saiu tudo perfeito, o gol, o momento, começando o segundo tempo, ajudou a equipe a empatar. Passou um filme na cabeça, só eu e minha esposa sabemos o que a gente passou, muita gente falando muita coisa, escutei muita coisa quando cheguei. Só tentei buscar meu trabalho, sabia que na hora certa sairia o gol”, detalhou.

Gratidão de Walter aos apoiadores

O alívio em função do gol, no entanto, não aconteceu apenas para Walter. Segundo o jogador, o tento aconteceu como um presente para quem o apoiou e passou “maus bocados” com ele durante o período sem comemorar um gol próprio.

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