Walter explica saída e se despede do Vitória nas redes sociais

"Neste momento, preciso resolver algumas questões pessoais", disse.

FOTO: Letícia Martins/ECV

Na tarde desta terça-feira, por meio das redes sociais, o atacante Walter se despediu do Esporte Clube Vitória e explicou a saída precoce do clube, alegando precisa de um tempo para resolver “questões pessoais”. Ele afirmou que procurou o presidente Paulo Carneiro e o pedido foi atendido. O Rubro-Negro, em nota, afirmou que o desligamento foi uma iniciativa do jogador, mas ocorreu de forma amigável. Em pouco mais de um mês no Leão, Walter disputou apenas quatro jogos (um como titular e três saindo do banco) e não marcou gol.

 

“Gostaria de comunicar a todos o meu desligamento do Esporte Clube Vitória, instituição que eu tenho muita gratidão por tudo que sempre fez pela minha carreira. Procurei o Presidente do Clube, Paulo Carneiro, que prontamente me atendeu e, em comum acordo, rescindimos o contrato que tínhamos em vigor. Neste momento, preciso resolver algumas questões pessoais e preciso de um tempo para o meu lado pessoal. Agradeço a todos os envolvidos no processo e reitero o meu carinho e gratidão, também, pela torcida Rubro-Negra, que sempre me apoiou e esteve ao meu lado. Em breve nos reencontraremos, Nação! Obrigado, Esporte Clube Vitória”, afirmou o jogador.

Natural de Recife (PE), Walter Henrique da Silva tem 31 anos e teve uma passagem pela base do Vitória. Após se destacar no São José, em 2007, chamou a atenção do Internacional, onde se profissionalizou. Foi negociado com o Porto em 2010, mas não deslanchou em Portugal e retornou ao futebol brasileiro, sendo emprestado ao Cruzeiro. Em 2012, acertou também por empréstimo com o Goiás e teve grande destaque marcando 34 gols em 68 jogos. Rodou ainda por Fluminense, Atlético-PR, até retornar ao Goiás, em 2016, porém, não repetiu as grandes atuações da primeira passagem.

Em 2017, além do Goiás, defendeu também Atlético-GO. Em 2018, vestiu as camisas de Paysandu e CSA. Em 2019, foi suspenso por um ano após ser pego no doping, e só voltou aos gramados em 2020 ganhando uma nova chance no Athletico-PR, mas fez apenas 20 jogos, marcando um gol. No Vitória, a passagem foi ainda mais rápida, apenas um mês e 4 jogos disputados e nenhum gol marcado.

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