É necessário o Bahia mudar o discurso e a atitude imediatamente

O ano começa com a inconstância do time do Esporte Clube Bahia

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

O ano começa com a inconstância do time do Esporte Clube Bahia, que claudica entre goleadas em times sem expressão e representatividade no cenário nacional ou que se encontram em péssima fase, e ao mesmo tempo não consegue se impor contra times mais organizados e que competem em pé de igualdade com ele. Um time que joga num “samba de uma nota só e um treinador que tem acessos de Rolando Lero (para os mais novos se trata de um personagem da Escolinha do Professor Raimundo, interpretado por Rogério que personagem fazia graça tentando enrolar o Professor Raimundo, já que ele nunca sabia as respostas), onde tenta explicar o inexplicável para justificar o óbvio. Mesmo com as contratações, não consigo vislumbrar mudança na mentalidade do treinador e da diretoria.

 

O que Dado Cavalcanti tem dito nas entrevistas e tentado em suas narrativas enfadonhas sobre os atos falhos reiterados e a sua insistência de não mudar absolutamente nada no time de um jogo para o outro, mostra que ele não estuda o adversário seguinte e acha que os outros técnicos se portam como ele e não estudam nosso estático time e repetitivo time em suas falhas e fraquezas. SÓ ELE DEVE PENSAR ASSIM.

Fato é que a torcida se manifesta reiteradamente apontando as deficiências do time e dos atletas, essas falhas apontadas aparecem claramente para qualquer um que entende dez centavos de futebol, e isso é exposto todos os dias tanto nas redes sociais e nas mídias de rádio e TV, mas Dado e a diretoria insistem em NÃO VÊ, NÃO OUVIR E NÃO AGIR, e não abordam jogadores que falham jogo após jogo, que dão prejuízos monumentais aos cofres do clube e nos resultados das partidas com falhas bisonhas e completamente amadoras.

Num paralelo bem distante da nossa realidade, vendo a condução de grupo de um dos maiores gigantes mundiais dentro do futebol, (num confronto até covarde, devida as proporções do Manchester City com o EC BAHIA e dos atletas de cada clube), ao assistir uma entrevista da repórter Natalie Gedra, da ESPN, com Pep Guardiola, a diferença de gestão fica evidenciada numa frase do mesmo, que chama bastante atenção pela postura de comandante do Treinador. O mesmo diz que SUA OPINIÃO É DE QUE ELE TEM QUE DAR AS ORDENS E OS JOGADORES TÊM QUE OBEDECER. E, SE NO MEIO DISSO TUDO DER PARA SER AMIGO, MELHOR AINDA. MAS SE NÃO DER, ELE NÃO LIGA.

Nesse passo, embora o Bahia tenha realmente avançado em questões administrativas, diante do panorama em que nos encontramos, não se vê isso em campo, assim o time continuará inconstante, sem comando não se anda, o Bahia sendo uma Nau sem Capitão.

Muita gente pede a cabeça de Dado, mas pelo visto, eu vejo que ele ainda não entendeu que ele tem que se virar, pois cabe a ele dirigir o time e mudar sua postura. O Bahia é covarde em campo contra qualquer time se aproxime tecnicamente dele e, infelizmente, não sebe propor o jogo, se impor contra esses adversários mais qualificados e põe em risco novamente a classificação, da Copa do Nordeste, Brasil (com Douglas na iminência de enterrar milhões novamente, todo mundo está vendo) Sul-Americana e Brasileirão (que pelo visto é para não ser rebaixado novamente).

O fato é claro, e, é bom que a diretoria e comissão técnica, tente mudar a postura e vê que ser só amiguinho de jogador não vinga, pois, para ser competitivo é necessário mudar o discurso e a atitude imediatamente, senão, como nos outros anos, veremos mais uma vez a vaca ir para o brejo, com todos os avisos que todo mundo vê.

Como diz Guadiola: “FUTEBOL É BUSINESS, EU TENHO QUE DECIDIR E ATLETAS TÊM QUE JOGAR BEM”.

ABRE O OLHO EC BAHIA!!!

Diego Campos, torcedor do Bahia e colaborador do Futebol Bahiano. 

Comentários:

3 Comentário

  1. A Pandemia tem ajudado a passividade do Presidente do Bahia. Se estivessemos frequentando o estádio já teríamos da arwuibanda, “derrubado” esse goleiro frangueiro e esse técnico de brinquedo do Bahia

  2. Presidente omisso, técnico fraco. O Bahia está servindo de cobaia para as experiências infundadas de Dado. Técnico mediocre

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