Boa relação entre Walter e Paulo Carneiro contribuiu para o acerto

Atacante chega ao Vitória com contrato de produtividade

Walter, seu empresário e Paulo Carneiro, na ocasião diretor do Atlético-PR. 2015.

Com as saídas de Léo Ceará (Yokohama F. Marinos, do Japão), Jordy Caicedo (CSKA, da Bulgária) e Júnior Viçosa (Always Ready, da Bolívia), o Esporte Clube Vitória foi ao mercado em busca de reforçar o setor de ataque, e acertou a contratação do atacante Walter, que não renovou seu contrato com o Athletico Paranaense e vai assinar com o Leão por produtividade. Segundo informação do portal Arena Rubro-Negra, o jogador de 31 anos terá um valor mensal fixado como salário somando a algumas metas mensais como quantidade de partidas realizadas no em um determinado período.

 

No elenco, o técnico Rodrigo Chagas conta apenas com o jovem atacante Samuel, além de Eron (que retornou de empréstimo) e o recém-chegado Aníbal Vega (contratado junto ao Palmeiras). Walter, que chega para agregar experiência ao time, também era cotado em outras equipes da Série B, mas o Vitória venceu a concorrência, especialmente pela boa relação do centroavante com o presidente Paulo Carneiro. Na sua primeira passagem pelo Atlético-PR, em 2015/2026, emprestado pelo Porto, Walter marcou 16 gols em 73 jogos. Na ocasião, Paulo Carneiro era o diretor de futebol do clube paranaense. De volta ao clube paranaense em 2020, foram apenas 20 jogos e 1 gol marcado.

Natural de Recife (PE), Walter Henrique da Silva tem 31 anos e surgiu na base do São José, mas em 2007 chamou a atenção do Internacional, onde se profissionalizou. Foi negociado com o Porto em 2010, mas não deslanchou em Portugal e retornou ao futebol brasileiro, sendo emprestado ao Cruzeiro. Em 2012, acertou também por empréstimo com o Goiás e teve grande destaque marcando 34 gols em 68 jogos. Rodou ainda por Fluminense, Atlético-PR, até retornar ao Goiás, em 2016, porém, sem repetir as grandes atuações da primeira passagem. Em 2017, além do Goiás, defendeu também Atlético-GO. Em 2018, vestiu as camisas de Paysandu e CSA. Em 2019, foi suspenso por um ano após ser pego no doping, e só voltou aos gramados em 2020 ganhando uma nova chance no Athletico-PR.

 

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