Prefeito que liberou público nos estádios repensa a ideia e revoga decisão

"trata-se de medida quase impossível de ser fiscalizada", disse o prefeito

O Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, durante divulgação do modelo da tocha olímpica e a rota de revezamento ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Um sonho do ex-prefeito Marcelo Clivella, hoje preso por roubo, era liberar a presença do público nos estádios no Rio de Janeiro buscando atender as pressões exercidas pelo Clube de Regatas do Flamengo, bem ao estilo “morra quem morrer”, o importante era abrandar os prejuízos do clube, e o que o resto que se lixe. A ideia foi imediatamente morta com a reação dos demais clubes e da própria CBF. O prefeito/pastor foi para a cadeira, porém, o novo prefeito Eduardo Paes requentou o projeto e liberou a abertura dos estádios, justamente no momento que a crise do coronavírus se amplia. Porém, nesta quarta-feira, revogou a pretensão irresponsável, alegando que seria impossível fiscalizar o controle de pessoas estabelecido pelo protocolo criado.

 

As regras que haviam sido publicadas anteriormente previam o seguinte:

Caso a região do estádio esteja em local com risco moderado, as arquibancadas poderão receber 20% da capacidade e manter distanciamento de dois metros entre os torcedores.

Se o estádio estiver em uma região com risco alto, somente 10% da capacidade será liberada, com três metros de distância para cada um; Se o risco for muito alto, o público não poderá entrar.

Veja a nota do prefeito

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