Vitor Ferraz fala sobre denúncia do MPT e vê compreensão equivocada

Vice-presidente falou sobre o assunto em entrevista nesta quarta-feira

Foto: Felipe Oliveira /Divulgação/EC Bahia

No início do ano, o Ministério Público do Trabalho (MPT-BA) recebeu uma queixa anônima de irregularidades cometidas na jornada de trabalho dos funcionários que trabalham na Central de Atendimento aos Sócios (CAS) em relação à hora extra, descanso durante o trabalho e descanso semanal de funcionários do CAS e, sem acordo, acabou denunciando o Esporte Clube Bahia. Na época, o clube se manifestou e lamentou o “modo com que houve a divulgação dessa notícia, antes mesmo de o clube ter a oportunidade de se defender, e comprometendo desnecessária e injustamente a imagem de uma instituição notadamente reconhecida por seu engajamento e responsabilidade social”. Na última quarta-feira (10), em entrevista ao Bahia Notícias, o vice-presidente Vitor Ferraz falou sobre o assunto e entende que houve uma compreensão equivocada porque foi atribuído ao clube uma situação generalizada.

 

“Nesse caso em particular, a gente entende que houve uma compreensão equivocada do caso porque foi atribuído ao clube uma situação generalizada de desrespeito a normas trabalhistas, como se fosse uma coisa que acontecesse com todo o quadro de funcionários do clube e de uma maneira constante. Quando não se há uma compreensão comum do que aconteceu, é normal que o Ministério Público do Trabalho vá até a Justiça para entender melhor a situação. E o que nós estamos desmontando e que se houve qualquer tipo de desvio, aconteceu em momentos pontuais e em circunstâncias específicas. Houve momentos repentinos de demanda muito além daquilo que se previa, como por exemplo, para que o torcedor entenda, quando houve a contratação de Fernandão, que teve um “boom” de associação muito grande”, explicou o vice-presidente.

Em relação a outra denúncia, um pouco mais antiga, sobre supostas irregularidades nos alojamentos da categoria de base do clube, o vice-presidente Vitor Ferraz disse que o clube também acredita que houve uma compreensão equivocada. “A gente acha que houve uma compreensão equivocada no MPT, com todo respeito ao MPT, a gente tem um excelente diálogo com o órgão. Durante o ano de 2018 firmamos um termo com eles, com eles com relação aos nossos atletas da base, que nos possibilitou, inclusive, estender as nossas atividades com garotos menores de 14 anos e projetos paralelos do clube. Enfim, tudo isso decorre dessa boa relação, desse diálogo amplo e muito franco que nós temos, não só com o Ministério Público do Trabalho, mas com todos os órgãos governamentais”, explicou.

 

 

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