Meia pretendido pelo Bahia no ano passado negocia com o Fortaleza

Jean Mota chegou a ficar apalavrado com o Bahia em janeiro de 2019

EDUARDO CARMIM/PHOTO PREMIUM

Enquanto alguns clubes preferem não pensar em reforços, outros – apesar da crise do coronavírus – seguem no mercado em busca de contratações para a sequência da temporada 2020. É o caso do Fortaleza, que está buscando a contratação do meia Jean Mota, do Santos, que foi pretendido pelo Bahia no ano passado, inclusive, chegou a encaminhar um empréstimo, barrado por Jorge Sampaoli. De acordo com o portal Gazeta Esportiva, o clube cearense já negocia um empréstimo do jogador até o final do Campeonato Brasileiro e com opção de compra no fim do contrato. O único entrave, até o momento, é que o Peixe deseja emprestar com obrigatoriedade de compra ao final do empréstimo, mas o Tricolor do Pici busca que isso seja uma opção. O acordo está próximo de ser fechado e o Fortaleza se responsabilizaria pelo pagamento integral dos salários do meia-atacante de 26 anos.

 

Assim como o Bahia, o Fortaleza também monitorou a situação de Jean Mota ao longo das últimas temporadas, mas nunca conseguiu repatriar o atleta, que passou pelo clube entre 2015 e 2016, inclusive, o Leão do Pici tem 10% dos direitos econômicos. Contratado junto a Portuguesa, Jean Mota pertencia ao Fortaleza quando foi vendido para o Santos em 2016. Com a camisa do Fortaleza, Jean Mota disputou 28 jogos e marcou seis gols ao longo do ano de 2016, se identificando com a torcida pelo futebol apresentado.

No início de 2019, o Bahia chegou a encaminhar um empréstimo, mas o técnico Jorge Sampaoli barrou a saída do jogador que também quis permanecer na Vila Belmiro e acabou se destacando no primeiro semestre, sendo artilheiro no Paulistão com 7 gols marcados em 15 jogos, mas no segundo semestre caiu de produção e terminou o ano como reserva – ainda assim, fez 51 jogos e marcou 10 gols. O Esquadrão voltou a tentar contratar o meia Jean Mota em dezembro do ano passado, desta vez de forma definitiva oferecendo ao Santos a quantia de R$ 5 milhões, no entanto, na época, a proposta foi recusada pelo presidente José Carlos Peres, que aguardava uma oferta do futebol europeu e até estipulou um preço para negociar o jogador, de 3,5 milhões de euros (R$ 16 milhões) para o exterior e R$ 10 milhões para o mercado nacional, mas a oferta esperada não chegou. O Peixe possui 80% dos direitos econômicos do meia.

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