CBF declara apoio aos protestos antirracistas e Fifa defende atos de atletas

Uma série de protestos foram presenciados nos Estados Unidos

Nos últimos dias, uma série de protestos foram presenciados nos Estados Unidos contra a violência policial à população negra. No dia 25 de maio, George Floyd, um homem negro, foi assassinado por policial branco, em Minneapolis. Ele foi asfixiado enquanto era imobilizado pelo agente no chão, mesmo gritando que estava com dificuldade para respirar. Nesta terça-feira (2), por meio de publicação no Twitter e utilizando a sua logomarca toda em preto e branco, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) declarou apoio aos protestos antirracistas. “#VidasNegrasImortam #BlackLivesMatter”, escreveu na postagem.

A FIFA, por sua vez, saiu em defesa dos jogadores que manifestaram apoio ao combate ao racismo durante os jogos oficiais do Campeonato Alemã. A Federação do país abriu procedimento disciplinar após os atos de quatro atletas ao longo da rodada do final de semana. De acordo com a agência de notícias AP, a entidade máxima do futebol pediu que eles não fossem punidos.

“A Fifa entende totalmente a intensidade dos sentimentos e preocupações expressadas por muitos jogadores à luz das trágicas circunstâncias do caso George Floyd. A aplicação das leis do jogo aprovadas pela International Board (que proíbem manifestações políticas em jogos de futebol) fica a critério dos organizadores das competições, que deveriam usar o bom senso e considerar o contexto que envolve os eventos”, disse a entidade que controla o futebol mundial.

O atacante Marcus Thuram, do Borussia Mönchengladbach; o lateral Achraf Hakimi e o atacante Jadon Sancho, ambos do Borussia Dortmund; e o meia Weston McKennie, do Schalke 04, demonstraram apoio aos manifestos antirracistas durante a última rodada da Bundesliga.

Deixe seu comentário

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*