Médico do Bahia fala sobre jogadores que passaram por cirurgia

Giovanni e Marco Antônio estão liberados para atividades físicas

Aguardando autorização das autoridades para retomar as atividades presenciais no CT Evaristo de Macedo, os jogadores do Esporte Clube Bahia tiveram a primeira semana de treinamentos em casa, e o coordenador médico do clube, Luiz Sapucaia, concedeu entrevista à TV Bahêa para falar sobre como tem sido os trabalhos. Ele também falou sobre os jogadores que passaram por cirurgia, e ainda não estrearam esse ano, casos de Giovanni e Marco Antônio que estão liberados para realização de atividades físicas. O lateral, inclusive, já estava treinando de forma mais intensa no clube no início do mês de março, porém, vale frisar que tem contrato até o final de maio e não deve permanecer no clube. Segundo Sapucaia durante ou depois das férias, nenhum atleta apresentou problemas musculares.

 

“Todos os dois estão liberados. Marco Antônio, antes da paralisação, estava iniciando os trabalhos com tênis no CT. Já Giovanni, por exemplo, tava no início dos treinos com bola. Eles estão aptos para treinar. Durante a paralisação, seja por ligação ou chamada de vídeo, nós tiramos qualquer dúvida e procuramos saber deles. Todos estão voltando ao treino 100%. Vai sentir, claro, um dor muscular aqui, outra articular ali. Mas isso faz parte quando se aperta um pouco mais, aumenta a intensidade do treino”.

A primeira etapa, já anunciada pelo clube, será feita apenas com atividades em casa. Em segundo momento, ainda sem previsão de data, os atletas passarão a treinar de forma especial no CT. Para que isso aconteça, quando liberado por autoridades e órgãos da área de saúde, foi feito um protocolo médico.

“O protocolo foi baseado em tudo aquilo que pede a Organização Mundial de Saúde, secretarias estadual e municipal. A Covid é uma doença que possui um grande conjunto de variáveis, sempre apresenta coisas novas, e por isso precisamos aprender diariamente a como lidar com ela. Usamos também o exemplo de clubes do futebol espanhol e português, não só de treinos, mas também de proteção para staff e comissão técnica”, concluiu.

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