Fluminense de Feira resolve situação do elenco e evita maiores transtornos

Pastor Tom admite que a situação é complicada, mas busca soluções

A paralisação do futebol por conta da pandemia do Coronavírus agravou ainda mais a crise do Fluminense de Feira que, de acordo com a diretoria atual, tem uma dívida que chega a R$ 2 milhões, segundo informação do Jornal Folha do Estado. No entanto, apesar de admitir que a situação é complicada, o presidente do clube, Everton Carneiro, o Pastor Tom, afirmou que a situação de praticamente todo o elenco que disputou o Campeonato Baiano está resolvida e desta forma se evita o aumento dos débitos que poderiam gerar novas ações trabalhistas contra a equipe. Vale lembrar que o Baianão foi suspenso há dois meses e provavelmente não seja retomado por falta de calendário, além do mais, assim como o Flu, outros clubes decidiram desfazer o elenco, exemplo também dos aspirantes da dupla Ba-Vi.

 

“Fiz quatro contratações, no máximo, e promovi algumas dispensas. Tudo o que foi arrecado nesse tempo foi para cobrir despesas e honrar o compromisso com os profissionais, onde mantivemos os salários em dia e agora, por conta da pandemia partirmos para a liberação de todos, de forma que a situação está praticamente solucionada evitando assim maiores transtornos. Não se tinha muitos recursos e aí saímos batendo de porta em porta, buscando apoios e graças a Deus conseguimos patrocínios e algumas coisas, eu mesmo banquei e desta forma foi que conseguimos ajustar as coisas e pelo menos nesta gestão, o clube não enfrentará problemas com a Justiça do Trabalho”, informou Tom.

O Fluminense de Feira divulgou essa semana o balancete do primeiro trimestre, cumprindo assim um compromisso assumido por Tom quando assumiu a presidência do Fluminense. “O Fluminense é de Feira de Santana e nós temos que prestar contas daquilo que fazemos. Não gastamos mais do que arrecadamos, não inflacionamos o cube e isso reflete agora nessa situação em que temos o controle. Do elenco, só restam dois atletas que estamos negociando para liberar e assim o Fluminense não sofrerá com novas ações trabalhistas, quadro bem diferente do que encontramos quando assumimos o clube”, comentou o dirigente.

Em relação ao futuro, Tom vislumbra muito trabalho a ser feito. “Vamos ‘arregaçar as mangas’ e trabalhar muito porque a situação agora será diferente em relação à quando assumimos a equipe. Vamos às empresas, vamos buscar os sócios para que juntos possamos montar um projeto e o clube volte a ter um calendário recheado de competições em 2021”, afirmou presidente Tom.

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