Bahia é um dos poucos clubes no Brasil com uniforme inteiramente ocupado

gerente de Marketing do Esquadrão falou sobre patrocínios

Foto – Felipe Oliveira/EC Bahia

Com contrato válido até o final deste ano, a DULAR deve permanecer estampando sua marca na camisa do Esporte Clube Bahia na temporada 2020. As negociações para renovação da parceria iniciaram em setembro e estão em fase final, faltando pequenos detalhes. Na primeira parte do ano, o patrocínio era tratado como “pontual”. No entanto, depois o Bahia fechou o acordo com a Dular no mês de maio com contrato de R$ 3 milhões válido para o segundo semestre. No total, o Esquadrão recebe valores semelhantes ao do antigo contrato com a Caixa Econômica que encerrou sua parceria com todos os clubes. Gerente de marketing do clube, Lênin Franco, falou sobre o andamento da negociação e destacou que o “Bahia é um dos poucos clubes no Brasil com uniforme inteiramente ocupado por patrocinadores”.

 

“Temos um prazo que a gente precisa estar negociado com os patrocinadores para que, até essa data, tenha uma confirmação das renovações de contrato para que, aí sim, as marcas apareçam no uniforme. A Dular, por ser a patrocinadora master, por ser algo mais robusto, essa negociação ultrapassou o tempo que a gente tinha hábil para a produção. Ficamos em uma sinuca de bico. Ou segurava a produção e atrasa o lançamento, correndo o risco de perder o Natal, ou faria sem a marca, enquanto negocia, e a partir de um segundo lote, no início do ano que vem, com tudo certo, a marca vem estampada. A gente escolheu essa opção. Seguimos em negociação com a Dular. Temos boas perspectivas. Do lado deles tem interesse, do nosso lado também. Existem alguns ajustes a fazer. Esperamos que no início do ano esteja tudo organizado, assinado, para seguir com a parceria”, explicou o gerente.

“Para a gente nesse sentido de receita de patrocínio, foi muito bom. O Bahia, mesmo com a saída da Caixa, no início de 2019, conseguiu se reorganizar. Novos patrocinadores chegaram, novos parceiros. A gente reequilibrou o valor que a gente tinha perdido com o patrocínio da Caixa. O mais importante não é só a entrada de novos patrocinadores, mas também a manutenção deles. O Bahia é um dos poucos clubes no Brasil que praticamente não tem mais propriedade comercial para vender no uniforme. O uniforme está inteiramente ocupado, o calção, a frente [da camisa], as costas. A gente tem conseguido manter, sempre em busca de aumentar a receita do clube, e desenvolvendo um trabalho de credibilidade no mercado. São muitos anos com o Bahia se mantendo com patrocinadores, e patrocinadores que acabam ficando por longa data no clube”.

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