Apresentado no Fluminense, meia comenta curta passagem pelo Bahia

Guilherme estreou pelo time carioca no último domingo

LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

Reforço do Bahia no início da temporada, o meia Guilherme não se acertou no tricolor de aço. Foram apenas 10 jogos e um gol. Entrou em acordo com a direção e se transferiu para o Fluminense do Rio de Janeiro atendendo pedido do técnico Fernando Diniz, inclusive estreando no time carioca na fantástica virada de 4 x 5 contra o Grêmio no último domingo em Porto Alegre. No entanto, apesar de já ter atuado somente nesta quarta-feira, o jogador foi oficialmente apresentado hoje e neste momento, falou sobre a sua expectativa em vestir à camisa agora do tricolor do Rio de Janeiro em entrevista ao site oficial do time carioca.



“Algo novo na carreira mas, como o dever nos chama, a apresentação ficou em segundo plano. Tivemos dois jogos fora de casa na sequência. Não pude jogar o primeiro jogo (contra o Santos) por causa da inscrição. pude jogar um pouco, foi importante”, disse.

“Não me vejo como adversário do Ganso, e sim aliado. Pelo que venho apresentando, posso jogar com ele. Deu para ver isso nesse primeiro jogo, quando fiz troca de posições com Yony e Luciano. No futebol moderno, você consegue exercer várias funções “, ressaltou.

“O Diniz é isso aí. Quando entra nessa atmosfera que envolve o futebol, ele se transforma. Quando conversa normalmente, é um ser humano normal. Quando entra no campo, se transforma. Cobra, elogia, grita… Conseguimos assimilar o que ele falou”.

“No Bahia, nem dá para citar meu desenvolvimento, porque foram apenas 10 jogos. O único problema foi em um jogo com um torcedor, e já me desculpei. Foi uma situação para pedir apoio, mas pedi desculpas a quem se sentiu ofendido”

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