Visando o mercado europeu, São Paulo estuda obter 100% dos direitos do goleiro Jean

Jean foi vendido ao São Paulo por cerca de R$ 6,8 milhões parcelados

Contratado pelo São Paulo em dezembro de 2017 em uma transação iniciada pela gestão Marcelo Sant’Ana e concluída pelo o atual presidente Guilherme Bellintani, o goleiro Jean demorou para alcançar a titularidade no time paulista. Reserva de Sidão praticamente por todo o Campeonato Brasileiro, o goleiro de 23 anos assumiu o posto nas últimas rodadas e acabou o ano realizando 18 jogos com a camisa do time do Morumbi e tem agradado, contudo, agora terá de brigar pela titularidade com o experiente Tiago Volpi, recentemente contratado.

Na época a transação girou em torno de R$ 6,8 milhões em parcelas com duração de dois anos. Especulou-se na ocasião que uma cláusula determinava que se o goleiro cumprir metas, o São Paulo tem como obrigação desembolsar outros R$ 4 milhões (meta: participar de 60% das partidas da equipe como titular no período que compreende janeiro de 2018 e junho de 2019).

Nesta terça-feira, os jornalistas Bruno Grossi e Marcus Alves, do site UOL, anotam que o São Paulo vem fazendo sondagens para adquirir o percentual restante que pertence ao Bahia (que corresponde a 30%) para garantir um lucro maior em caso de venda futura. Além disso, o Esquadrão tem 10% de uma futura venda. Inclusive, segundo os jornalistas, o clube paulista chegou a encaminhar uma lista de jogadores para entrar na negociação com o Bahia, porém, os nomes inseridos não agradaram ao tricolor de aço. A inclusão do colombiano Tréllez com passagem pelo Vitória foi discutida.



Vale lembrar que recentemente o Bahia contratou os jovens Shaylon e Caíque por empréstimo do São Paulo. O interesse do clube paulista em adquirir a totalidade de seus direitos econômicos tem relação direta com o mercado, já que Jean é visto com bons olhos por representantes de times europeus.

Ainda segundo o artigo, a Inter de Milão foi a primeira equipe a abordá-lo, posteriormente veio a dupla Benfica e Porto e, por fim, surgiu o Manchester City, que cogitou levá-lo em definitivo para depois repassá-lo ao Girona, seu clube-satélite na Espanha.

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